revista de comunicação e marketing NE
Expediente Edições Anteriores Lista de Discussão
Matérias
Seções
Giro
 
  Giro Brasil
 
  Na Web
 
  Entrevista
 
  Ficha técnica
 
  De olho na campanha
 
  A Vez do Cliente
 
  Click
 
  Eu recomendo
 
  Brainstorm
 
  Vitrine
     
Nome :
E-mail :
Estado :
Cidade :
 
 

   Ano IX | Junho de 2008 | n° 100 | Capa: FacForm

   
   
   
 

HÄAGEN-DAZS APORTA EM RECIFE

 
  Luciana Torreão  

 

Marcos Scaldelai, gerente de marketing da rede Häagen-Daz

Quinto maior grupo de alimentos do mundo e o terceiro nos EUA, a General Mills, acreditou no Nordeste e acaba de lançar sua 13ª loja no Brasil, e primeira unidade da região da Häagen-Dazs, marca de sorvetes internacionalmente conhecida como superpremium, no Shopping Recife. Com esta inauguração, Recife, segundo estimativas da empresa, passará a concentrar 60% do volume de vendas da Häagen-Dazs nos estados nordestinos. Hoje este percentual é de 20%. Destes 60%, 30% devem vir da nova sorveteria. A maior exposição da marca, por meio da loja do Shopping Recife, vem com alguns desafios: aumentar o volume comercializado hoje no varejo, ou seja, pontos-de-venda onde o consumidor não consome na hora e sim em casa, como hipermercados – ampliando o canal food service, caracterizado no conceito do consumo imediato, como restaurantes, e fazer da nova loja o grande trampolim para estas metas.

De acordo com o gerente de Marketing da Häagen-Dazs, Marcos Scaldelai, os pernambucanos trazem hábito de consumo muito próximo ao apelo da marca, pois está comprovado, por meio de pesquisas recentes, que este povo realiza o consumo de luxo e, por isso, a aposta de sucesso da marca na região. E essa participação só vem crescendo. “Eles gostam de viajar e conhecer novidades. Diferenciar-se, participando no consumo de produtos sofisticados é sinal de status na sociedade pernambucana”, ressalta Marcos. Entretanto, no varejo, Fortaleza e Salvador estão firmes e fortes, e a Bahia, por exemplo, é quem mais vende na região.

“A Häagen-Dazs não vende sorvete, vende experiências geladas”, esclarece Marcos. E ele faz questão de destacar que seu produto não é sorvete, e sim uma sobremesa gelada. E ponto final. Isso se justifica pelo fato de ter seu consumo incentivado em todas as estações do ano, inclusive no inverno. Scaldelai completa que, apesar de a escala ser industrial, o sorvete não leva qualquer tipo de gordura hidrogenada, conservantes ou corantes. A empresa não mede esforços na hora de buscar os melhores ingredientes, nobres, onde eles são mais nobres ainda, como o caso do café, no Brasil; da macadâmia, no Havaí e da baunilha, em Madagascar.

Outro aspecto importante na concretização do projeto foi, sem dúvida, o aprimoramento do processo logístico em toda a região. "A qualidade de frio sempre foi o impedimento da entrada na marca na região. A General Mills buscou os melhores parceiros, e trabalharam juntos na exigência de qualidade e na garantia da integridade do produto", diz o executivo.
A General Mills foi fundada em 1866 com o 1º moinho de farinha dos EUA. A empresa está presente em mais de 100 países, possui 25.000 funcionários e faturamento de US$ 16 bilhões. Possui algumas parcerias importantes, por exemplo, com a Nestlé em cereais matinais. Nos EUA, ocupa o topo do ranking nas categorias: barra de granola, iogurtes, vegetais congelados, misturas para sobremesas, sopas prontas e comida mexicana. Com as respectivas marcas: Nature Valley, Yoplait, Green Giant, Betty Crocker, Progresso e OlDelPaso.

No Brasil, a empresa entrou em 1996 com a aquisição da Frescarini. No ano seguinte, lançou o sorvete Häagen-Dazs e em 1999 comprou a Forno de Minas. A matriz funciona em São Paulo, com seis filiais espalhadas pelo Brasil. São 500 funcionários no País, com uma fábrica em Contagem (MG).




 

     
Recife . Salvador . Fortaleza . Natal . João Pessoa . Maceió . Teresina . Aracaju