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2008, ano da TV digital, da mais impressionante eleição americana, das olimpíadas de Pequim e, coincidentemente, ano em que a indústria gráfica apaga 200 velinhas. O surgimento desta, bem como da impressão, só foi possível pela invenção e refinamento das técnicas de fabricação de papel na China. Desde a invenção do papel à atualidade, a tecnologia de impressão muito evoluiu, marcando e fazendo história. A indústria gráfica é um setor de grande importância na economia nacional. Em 2007 o Brasil investiu cerca de US$ 1,4 bilhão, com um faturamento de R$ 22 bilhões, em média. Atualmente, o setor representa 1% do Produto Interno Brasileiro (PIB) e mais de 3% do PIB industrial, sendo responsável pela geração de mais de duzentos mil empregos diretos.
O setor que já mostra grandes números, independentemente da crise, só tem a crescer. Em 2008, segundo os dados do Caged - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a indústria gráfica brasileira gerou cerca de nove mil novos empregos no período de janeiro a setembro. Em termos percentuais, o crescimento do emprego no setor foi de 4,5%, de janeiro a agosto de 2008, quando comparados ao mesmo período de 2007. Comparando-se o período dos últimos 12 meses, com os meses anteriores, o crescimento do emprego verificado foi de 3,8%.
Para exibir todos esses números, foram 200 anos de muitas lutas, desafios e conquistas. Tudo construído dia após dia, como resultado de muito trabalho de donos de gráficas, pesquisadores e associações. Para entender o funcionamento da milionária indústria Gráfica, há de se fazer um mergulho na história, voltar o ponteirinho do relógio e o ajustar ao tempo que o papel era novidade e que o alfabeto ainda começava a nascer.
SENTA QUE LÁ VEM HISTÓRIA - Muito antes de Gutenberg, as inovações chinesas nas tintas, impressão xilográfica e impressão com caracteres móveis de argila já tinham prestado a sua contribuição para a comunicação impressa. Durante séculos, os monges copistas garantiram a manutenção e a reprodução de textos sagrados, mas apesar do empenho, a demanda já era grande e esse era um trabalho demorado.
Foi então que Gutenberg sentiu a necessidade de uma tecnologia que pudesse solucionar estes problemas, e inventou a prensa. A novidade usava uma técnica semelhante à de esculpir, no aço, letras e números e logo em seguida as hastes de aço eram prensadas num metal mais mole. Os espaços vazios que se formavam no chumbo serviam de molde, que eram cheios com estanho fundido, obtendo-se as letras, números e sinais. Após a confecção dos tipos, usavam-se os mesmos em um processo lento e vagaroso para formar linhas e conseqüentemente páginas inteiras, possibilitando a impressão.
Para montar a página de um livro, era necessário um dia inteiro de trabalho com os tipos. Depois deste processo, impregnava-se a página com tinta e em seguida, com uma prensa, pressionava-se o papel contra as letras embebidas de tinta para se obter o papel impresso. Um ponto importante da prensa é que todo o material usado na confecção dos tipos podia ser reaproveitado por longo tempo, fundindo os mes-mos novamente após o desgaste pelo uso contínuo.
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| Há 42 anos no mercado, a gráfica Santa Marta é referência em qualidade e tecnologia |
Em 1796, o austríaco Alois Senefelder inventou um outro processo para reprodução de textos em papel chamado de litografia. Sua técnica consistia em gravar com tinta gordu-rosa em uma pedra polida, depois pressionar o papel contra ela usando uma prensa, obtendo então a reprodução do tex-to. Mais tarde, a pedra foi substituída por placas metálicas. Anos depois foi a vez de Friedrich Koenig, que inventou o en-tintamento automático por meio de rolos que espalhavam a tinta sobre as letras metálicas. E em 1803, ele desenvolveu a impressão cilíndrica, que usava dois cilindros para levar o pa-pel até a prancha de impressão.
200 ANOS DE CONQUISTAS - O segmento gráfico só chegou ao Brasil em 1808, com a vinda da corte portuguesa. Desde então a história de um setor que sempre influenciou os rumos da economia brasileira, do ponto de vista das empresas, mas também por parte dos trabalhadores, foi se fazendo com o passar dos anos.
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| Fred Ribeiro, gerente de Marketing e Desenvolvimento da Santa Marta |
Nesses duzentos anos, os empresários do setor gráfico tiveram lugar de destaque no crescimento do segmento. Segundo dados da Associa-ção Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), o Brasil possui 17.962 esta-belecimentos, e destes, 2.249 estão ins-talados no Nordeste. Uma das gráficas de grande importância na região é a gráfica Santa Marta, que está no mercado há 42 anos e hoje é referência em qualidade e tecnologia.
Com sede em João Pessoa (PB), e escritório comercial no Recife há mais de 30 anos, a empresa tem filiais em Salvador, Natal, Fortaleza, Brasília, Rio de Janeiro e Belém. “O foco mercadológico da gráfica tem sido mostrar às grandes empresas e multinacionais as vantagens de descentralizar produção e distribuição, atendendo às suas demandas que seguem para o Norte e Nordeste. Assim acontece com a revista Época, que há dois anos tem 100 mil exemplares impressos em João Pessoa, que são distribuídos para as duas regiões”, declara o gerente de Marketing e Desenvolvimento da Santa Marta, Fred Ribeiro.
Para atender a uma demanda de clientes regionais e nacionais, a Santa Marta dispõe de área construída de 20 mil metros quadrados, localizada numa área total de 80 mil; com capacidade produtiva de 1.200 toneladas de papel/mês. A gráfica conta ainda com 320 funcionários que atuam na impressão de pequenas, médias e grandes tiragens. A produção abrange os mais diversos impressos: mercado de varejo, rótulos promocional e editorial. Grandes nomes foram impressos pela Santa Marta, como as obras de Oscar Niemeyer, Di Cavalcanti, Abelardo da Hora, Flávio Tavares, Francisco Brennand, Margaret Mee, Franz Post e Portinari.
Outra importante empresa é a Gráfica JB. Fundada por João Batista Monteiro Xavier, a JB está no mercado há 25 anos e leva consigo uma história de muita garra, determinação e companheirismo.
Entre máquinas impressoras e cortadoras de papel, João Batista construiu sua vida e os planos que deram origem à JB. Exatamente em 11 de julho de 1983, nascia a Gráfica JB, com dois equipamentos não muito avançados para a época e cinco funcionários instalados na Rua Cardoso Vieira, centro da capital paraibana. Como em todo início, as dificuldades foram muitas, mas o apoio da esposa e dos três filhos fizeram com que João tivesse mais estímulo para vencer os obstáculos.
Um ano e meio depois, a empresa já contava com máquina Off Set, e logo se mudou para a Rua da Areia, na época uma das mais movimentadas do comércio em João Pessoa. Em cinco anos, comprou o prédio vizinho para construção da parte administrativa. Por volta de 1994, o parque gráfico teve sua primeira importante ampliação, adquiriu equipamentos de ponta e passou a atender aos mercados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Alagoas. O crescimento não parou mais.
Hoje são 130 funcionários trabalhando direto para atender à grande agenda de clientes. "É gratificante demais. Temos a consciência de que tudo só aconteceu porque tem alguém iluminando e temos a honra de contar com esse trabalho da juventude que hoje comanda a Gráfica", avalia João Batista, agradecendo o admirável empenho dos seus três filhos e do genro, que se dedicam com entusiasmo à Gráfica JB. "Tenho muito orgulho do meu pai, ele é um vencedor. Gosto de olhar para ele e ver que não mudou nada. Continua simples, sabe tratar bem as pessoas. É muito bom trabalhar com ele", declara Anastácio Camilo de Oliveira Neto, filho do meio de João Batista. Assim como os outros dois filhos do empresário, Neto conhece bem a empresa, pois já trabalhou em vários setores. Hoje é auxiliar de escritório e de comunicação e gerencia o refeitório.
Outro fator que faz a JB estar entre as cinco melhores do Brasil é o fato de manter-se sempre atualizada, participando de eventos, exposições e treinamentos. "Percebemos que temos muitos horizontes para crescer e sabemos que é pos-sível, com a nossa vontade, a dedicação que vemos nos nossos colabores, além dos excelentes fornecedores e bons relacionamentos", conclui Alex, afirmando que a paixão pelo trabalho está no sangue e assim como seu pai, seus outros irmãos e o cunhado, sequer consegue se distanciar para tirar férias.
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| João Batista leva consigo uma história de muita garra, determinação e companheirismo |
Para se destacar no mundo nem sempre é necessário ter anos de experiência. No segmento gráfico não poderia ser diferente. A gráfica Brascolor é ainda uma criança em termo de idade, mas quando se trata de qualidade, ela se destaca a cada novo trabalho. Idealizada e administrada por Erika Aroucha e seu esposo Alexandre Guerra, a Brascolor nasceu para fazer a diferença. Com um “Q” a mais de dedicação em produtos publicitários, e em acabamentos, a gráfica cresce rumo à modernização, evoluindo rapidamente e se consagrando cada vez mais no mercado pernambucano.
A Brascolor começou com apenas dois funcionários há cinco anos, e hoje é composta por equipe de aproximadamente 50 empregados. É responsável por grandes trabalhos no estado como, por exemplo, a revista Massangana, dona de um nível e edição altíssimos, com capa acolchoada e muita alternância no estilo de impressão. Outros trabalhos da “pequena” Brascolor valem a pena ser ressaltados: o livro Comedoria Popular e os livros de Gilberto Freire – um avanço no mercado editorial.
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| Sidney Paciornik, presidente da Abigraf PR |
“O segredo para o Sucesso é a paixão, fazemos o que gostamos e por isso nos dedicamos o tempo todo à nossa gráfica”, diz Erika Aroucha. Além da paixão pelo segmento um outro segredo do sucesso é o investimento constante em novas tecnologias. “Todo o lucro da empresa é revertido em investimentos. Estamos sempre ligados na evolução dos equipamentos para trazer mais qualidade a nossos trabalhos”, declara Erika. E ela completa: “para 2009 estamos esperando novos maquinários, já foram adquiridos, e esperamos que com o novo aparato, o novo ano traga também várias contratações”.
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Em 1965 foi fundada a primeira Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Abigraf – nacional, organização que trabalha pelo desenvolvimento do setor no País. Com o passar do tempo, cada estado foi se organizando e criando uma Abigraf local. “A indústria gráfica, nesses 200 anos de atividade no Brasil, sempre esteve comprometida com a difusão do conhecimento, da liberdade e da livre iniciativa. É inegável que, hoje, temos um parque industrial moderno e ajustado para atender às diversas demandas que o mundo moderno exige”, declarou o presidente da Abigraf PR, Sidney Paciornik.
O setor gráfico nacional cresce em disparada no mercado nacional e internacional, arrematando prêmios de extrema importância. Em 2005 dez trabalhos brasileiros foram vencedores na edição do Premier Print Awards, realizado pela Printing Industries of America (PIA), dos Estados Unidos. O concurso reuniu 5.237 trabalhos, de 17 países. Esses trabalhos já haviam sido vencedores do XI Concurso Latino-Americano de Produtos Gráficos Theobaldo De Nigris, promovido pela Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica (Conlatingraf).
Outro grande prêmio do segmento é o Sappi International Printers of the Year, o Oscar da Indústria Gráfica, que, em 2007, reuniu participantes do mundo inteiro para reconhecer a excelência da impressão de artes gráficas. Pernambuco foi um dos grandes destaques com a Gráfica FacForm, que levou o ouro para casa em duas categorias: Calendário, com o "Calendário Fotográfico Renato Filho", e na categoria Embalagens e etiquetas, com a "Sacola Engenho de Gastronomia" A FacForm é a gráfica que mais recebeu prêmios internacionais no Brasil. Duas premiações de prata também valorizaram o Brasil. A Gráfica Arizona ganhou na categoria Livro, com o "Brazil Ad Design" e na Revista, com "Clube de Criação de São Paulo".
Como um setor de muita organização, grandes números e prêmios, a indústria gráfica hoje desconhece a crise e continua a crescer. De acordo com número e análises fornecidos pela Abigraf Nacional, de janeiro a setembro de 2008, o setor apresentou crescimento acumulado de 2,8%. Os resultados do terceiro trimestre de 2008 apontam melhora no desempenho geral da indústria gráfica, com crescimento de 5,6% em relação ao mesmo trimestre de 2007. “Os reflexos da crise internacional, iniciada em setembro de 2008, não afetaram negativamente os resultados da indústria gráfica. Por outro lado, a maior renda da população tem exercido impactos sobre o comportamento do setor”, declara Sidney Paciornik.
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1808 - Por decreto régio, foi oficializada a implantação da tipografia no País.
1922 - A gráfica carioca Companhia Lithographica Ferreira Pinto adquire a primeira máquina de offset do Brasil.
1923 - Em 17 de fevereiro, nasceu a Associação dos Industriais e Comerciantes Gráficos de São Paulo.
1924 - O offset chega a São Paulo pela Graphica Editora Monteiro Lobato.
1926 - A Editora Pimenta de Mello & Cia. imprime “Cinearte”, a primeira revista brasileira em offset.
1928 - O jornal “O Estado de São Paulo” lança, em 17 de maio, o primeiro suplemento impresso em rotogravura.
1931 - A Associação dos Industriais e Comerciantes Gráficos de São Paulo transforma-se no Sindicato dos Industriais e Comerciantes Gráficos de São Paulo.
1940 - O presidente Getúlio Vargas edita o decreto nº 2.130, que eliminou as oficinas gráficas de todos os órgãos públicos, incorporando-as à Imprensa Nacional.
1942 - Criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
1944 - O Sindigraf-SP é reconhecido oficialmente por lei.
1945 - É instalada a Escola de Artes Gráficas Senai Felício Lanzara.
1949 - O Sindigraf-SP lança o primeiro número do Boletim da Indústria Gráfica.
1950 - A Companhia Litográfica Ipiranga instala um moderno equipamento para imprimir no Brasil o primeiro número da revista Seleções.
1958 - Juntamente com a posse da diretoria eleita, tendo Theobaldo de Nigris como presidente, foi inaugurada oficialmente, em 24 de junho, a nova sede do Sindigraf-SP.
1959 - É fundada a Associação Brasileira de Técnicos Gráficos que, mais tarde, mudaria a razão social para Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG).
1962 - Tem início a campanha pela ampliação da Escola de Artes Gráficas, mediante entendimentos com a diretoria do Senai.
1963 – A Assembléia Geral aceita a proposta do Sindigraf-SP de aumentar de três para sete os membros da direção da entidade. A proposta também é aceita pelo Ministério do Trabalho.
1965 - Realização do I Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica, em Águas de Lindóia (SP), e constituição da Abigraf.
1966 - II Congresso Nacional da Indústria Gráfica, realizado na Guanabara (RJ). Foram registradas a presença das delegações do México, Uruguai e Argentina, totalizando 500 participantes.
1967 - Realização do I Salão das Artes Gráficas, em São Paulo (SP).
1968 - É realizada a 1ª Assembléia da Conlatingraf, em Caracas, Venezuela. É fundada a Regional Bahia-Sergipe, com sede em Salvador.
1969 - Construção e Instalação da Escola Técnica Nacional de Artes Gráficas, criada pelo MEC em convênio com o Senai. Inaugurada a Regional da Abigraf, em Pernambuco.
1970 - Instalação da Regional Abigraf no Ceará.
1972 - Fundada a Regional Abigraf de Goiás.
1973 - Realizado, no Rio de Janeiro, o IV Congresso Latino-Americano da Indústria Gráfica, que teve a participação de mais de 300 empresários de vários países.
1975 - A Abigraf comemora dez anos de fundação. Neste ano, são lançadas a Revista Abigraf e a Fiepag.
1980 - Surgem, dentro da Abigraf, os Grupos Empresariais, que fornecem informações sobre segmentos específicos do setor, além do primeiro consórcio de exportação. O setor enfrenta o problema da bi-tributação com ICM e ISS. É iniciada uma série de ações para solucionar o problema.
1982 - Os dez anos de luta da Abigraf contra a estatização chega ao fim. O presidente João Figueiredo proíbe a criação de unidades orgânicas de artes gráficas na administração federal direta e indireta, bem como nas fundações instituídas ou mantidas pela União.
1984 - O setor gráfico entra na era da informática e continua a luta contra a estatização.
1985 - A Abigraf comemora seus vinte anos de fundação, enquanto a Revista Abigraf celebra sua centésima edição, trazendo um balanço histórico.
1986 - Onze empresas brasileiras participam da Drupa, em Düsseldorf, na Alemanha. Cerca de 800 brasileiros visitam a feira, considerado o evento mais importante do mundo para o ramo gráfico.
1987 - O empresariado gráfico privado propõe à Assembléia Nacional Constituinte a desestatização da indústria gráfica brasileira. A Abigraf promove a 1ª Feira Nacional de Produtos Escolares, a Escolar 87. Cerca de uma centena de representantes de empresas brasileiras visitaram a Mostra Internacional das Indústrias Gráficas, Editoras, Indústrias de Papéis e Transformadoras de Papéis (GEC'87), em Milão, na Itália.
1989 - O Rio de Janeiro sedia o IV Congresso Mundial da Indústria Gráfica, o World Print Congress (WPC), com a participação de 33 países, tornando-se o maior da história.
1990 - Abigraf comemora seus 25 anos de existência. A Bahia sedia o V Congresso da Indústria Gráfica.
1991 - A 12ª Fiepag, Feira Internacional de Embalagem, Papel e Artes Gráficas, em São Paulo, bate o recorde do número de expositores: 500. É criado o Prêmio de Excelência Gráfica, promovido pela Abigraf e pela ABTG para estimular a qualidade no setor.
1992 - O Conlatingraf comemora seus 25 anos, durante o V Encontro de Empresários Gráficos do Mercosul e do Pacto Andino, realizado em Assunção, no Paraguai.
1993 - A Abigraf encomenda à ABTG o estudo e a elaboração de normas setoriais que serão emitidas no âmbito da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
1995 - O Prêmio de Excelência Gráfica recebe o nome de Fernando Pini.
1996 - A Abigraf lança o Anuário Brasileiro da Indústria Gráfica.
1998 - Criação do Curso Superior de Tecnologia Gráfica. A Revista Abigraf recebe o prêmio Benny, durante a PIA (Printing Industries of America).
1999 - O Brasil recebe 40 prêmios no concurso de qualidade gráfica da PIA, enquanto a Abigraf marca presença em eventos como Bienal do Livro do Rio de Janeiro e Salão Internacional do Livro de São Paulo.
2000 - A Abigraf completa 35 anos de existência. É realizada a Drupa 2000, com a presença de mais de quatro mil profissionais brasileiros.
2002 - Pela primeira vez são criadas ações de marketing como peças publicitárias específicas para cada realização do Sistema.
2003 - Durante a realização do Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica (Congraf) são aprovados os novos estatutos do Sistema Abigraf.
2004 - Depois de crescer apenas 2,58% em 2003, a indústria gráfica reage e encerra 2004 com 10% de expansão, atingindo faturamento global acima de US$ 5 bilhões, contra US$ 4,5 bilhões no ano anterior.
2005 - A Abigraf Nacional completou 40 anos e, para comemorar a data, fez uma festa para 450 convidados, que teve como ponto alto o lançamento do livro “Abigraf 40 anos”.
2006 - A entidade inaugurou mais uma seccional da Abigraf, dessa vez no Rio Grande do Norte.
2008 - A indústria gráfica comemora 200 anos de luta, conquista e muito desenvolvimento.
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