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| Outubro de
2003 | nº 49 | Capa: Criação 3 |
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DA INDÚSTRIA À PASSARELA:
EVENTOS QUE MOSTRAM UMA NOVA MODA
Por Ivelise Gomes
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Já se
foi o tempo em que um bom produto e um bom
ponto de loja eram suficientes para transformar
uma grife numa marca forte. Hoje, a cultura
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fashion requer muita pesquisa, inovações
tecnológicas, investimento financeiro e estratégias
de marketing criativas e diferenciadas. Para vender
é preciso se mostrar e as empresas do setor,
assim como as agências, estão usando
e abusando dessa premissa. E, com isso, o mero consumidor
acaba envolto num show de brilho e sedução
onde o que ele é acaba se tornando o que
ele usa. "É preciso ser muito criativo
para despertar a atenção do público
e acho que a moda de hoje faz isso. As novas tendências
e estratégias de comunicação
para mostrá-las são mais atrativas
e eficazes quando pensadas para o consumidor específico",
opina Ana Furtado, atriz e apresentadora do programa
Video Show (RJ).
Para tanto, empresas e agências de publicidade
têm criado projetos e trabalhos diversificados
para expansão de negócios do setor
a partir do que há de mais inovador e atrativo
para o público. E, neste sentido, vale tudo.
Campanhas sedutoras, planos de marketing inovadores
e eventos arrojados. Muitos eventos. Em todo o país,
são realizados quase 100 eventos de pequeno,
médio e grande porte que despertam não
só a atenção de empresários
do segmento e profissionais de moda, como também
o público comum - meros mortais -, encantados
com esse universo repleto de estrelas. "Além
de mobilizar os profissionais que atuam no setor,
um evento de moda contribui para gerar notícia
e negócios. Contribui, inclusive, para agregar
novos valores aos negócios daquelas empresas
que não são específicas da
área", afirma Eloysa Simão, diretora
da Duplo Assessoria (RJ), empresa pioneira na organização
dos principais eventos de moda do país.
Com o gabarito de grandes trabalhos da área
como o Rio Fashion (RJ), o Barra Fashion (BA)
e o Shopping Recife Fashion (PE), a empresária
chega a orquestrar uma equipe de 250 profissionais
(período anterior aos eventos) e 500 (durante
os dias em que estes acontecem). Uma infra-estrutura
que implica, antes de mais nada, muitos investimentos.
"É necessário fechar parcerias
para realização de um evento de
moda, que tenham a iniciativa de investir alto,
pois o custo e as necessidades de um evento de
moda são grandes e variados", ressalta
Simão. Dentro dessa perspectiva, empresas
apostam alto para conquistar visibilidade e, com
isso, reforçar suas marcas e projetos junto
ao público como a Lycra e a Santana Têxtil.
Além de patrocinarem eventos de moda (São
Paulo Fashion Week, Amni Hot Spot, Fortaleza Fashion
Week, etc.), elas apóiam estilistas renomados
e novos talentos do setor para a confecção
de peças das coleções que
serão apresentadas em desfiles e exposições.
Apostando na idéia, o Grupo Bompreço
investiu R$ 70 mil no Shopping Recife Fashion
- SRF, promovido pelo Shopping Center Recife,
em agosto passado. Criou uma interessante estratégia
de marketing para atrair a atenção
dos visitantes do evento: o Clube da Beleza, estande
de 60m2 onde uma equipe de 50 profissionais como
cabeleireiros, maquiadores e massagistas atenderam
cerca de mil pessoas, que circularam pelo espaço,
nos três dias do evento. "O Clube da
Beleza é um dos clubes de afinidade criado
pelo Bomclube, em setembro de 2002, que tem cerca
de 40 mil associados, em sua maioria consumidores
interessados em produtos de beleza. Por isso,
aproveitamos o projeto no evento para associar
a imagem da empresa à beleza que está
sempre ligada ao mundo fashion e ao público
jovem, como forma de atrair o interesse desse
segmento que está sempre interessado em
moda", diz Eduardo Gouveia, diretor de Marketing
do grupo, que atua há 68 anos no Nordeste,
mantendo 118 lojas nos nove estados. Com o sucesso
dessa primeira experiência, o Bompreço
já analisa participação em
outros eventos do gênero.
O Shopping Recife Fashion contou com investimento
de R$ 2 milhões para montagem de sua infra-estrutura
numa área de 6 mil m2. Para tanto, foram
fechadas parcerias com a Tim, C&A, Governo
de Pernambuco, Celpe, Lycra, Hiper, TAM, entre
outras empresas. Para divulgação
do evento, seus organizadores apostaram em mídia
televisiva, anúncios nos jornais locais
e em revistas de grande circulação
para atingir uma grande faixa de público.
Resultado: mais de 12 mil pessoas circularam pelo
SRF, nos três dias de sua realização.
"O Shopping Recife Fashion é uma boa
estratégia de marketing para o centro de
compras porque resulta em ganhos imediatos, uma
vez que metade dos nossos lojistas é de
confecções. Como 80% dos convidados
são clientes diretos das lojas, logo em
seguida eles se dirigem para os estabelecimentos
a fim de adquirir os produtos que lhes atraíram
durante os desfiles", aponta Eduardo Falcão,
diretor de marketing do Shopping Center Recife.
Outra ação que mexe com o setor
pernambucano é o Salão de Moda de
Pernambuco, promovido pelo Sindivest-PE (Sindicato
das Indústrias do Vestuário de Pernambuco),
que integra mais de 15 mil empresas de confecções
e é responsável pelo emprego direto
de 140 mil pessoas. Realizado em setembro último,
no Terminal Marítimo de Passageiros, no
Bairro do Recife, o evento contou com investimentos
na ordem de R$ 60 mil com oito painéis
e debates sobre moda, mercado e cultura; mostras
de costumes, tecnológicas e institucionais;
exposições de moda em esculturas;
desfiles de coleções de grifes,
de moda conceitual e trabalhos de novos estilistas.
"Aqui no Estado este mercado está
voltando a se valorizar e, por isso, os eventos
são importantes estratégias de divulgação
de produtos e marcas", ressalta Fredi Maia,
presidente do Sindivest-PE, que, para realizar
o Salão de Moda, recebeu apoio do Sebrae-PE,
Shopping Paço da Alfândega, Abit,
Fiepe, TextBrasil, Governo de Pernambuco, Prefeitura
do Recife, entre outros. Fugindo dos processos
tradicionais de divulgação, a entidade
apostou em assessoria de imprensa, realizado pela
Videopress (PE), e sites ligados à moda:
www.modapernambucana.com.br e www.salaodamoda.com.br.
Em setembro, o setor contou também com
a realização do Barra Fashion Bahia,
promovido pelo Shopping Barra de Salvador, que
envolveu investimento de R$ 1,7 milhão
para instalação de área de
7,2 mil m2 onde foram realizados 16 desfiles,
em quatro dias. Patrocinada pela C&A, Vivo
(telefônica móvel) e Rede Bahia,
a sétima edição do evento
envolveu 300 profissionais, gerou 1,2 mil empregos
e totalizou um público de 20 mil pessoas,
atraídas pela forte campanha de divulgação
também realizada por assessoria de imprensa:
a Lume Comunicação. Articulada com
veículos impressos, televisivos e radiofônicos,
a empresa foi liberando informações
sobre o evento, antecipadamente, gerando expectativa.
"Dentro de muitas ações promovidas
para a divulgação, adotamos estratégias
de assessoria de imprensa para atrair a mídia.
Promovemos concursos para envolver novos profissionais
no 7o Barra Fashion Bahia como o de novos talentos
em estilismo e o de novos decoradores Realizamos
almoço de lançamento com a imprensa,
reunindo ainda grifes e arquitetos participantes.
Também desenvolvemos ações
de relações públicas com
diretores de veículos de comunicação
e autoridades locais. Com isso, viabilizamos diversas
reportagens especiais sobre o evento em jornais,
televisões, rádios e sites",
aponta Mirella Cubilhas, gerente de marketing
do Shopping Barra.
Apostando forte também na assessoria de
imprensa como estratégia de divulgação,
o Fortaleza Fashion Week atraiu um público
estimado em mais de oito mil pessoas, em cinco
dias. "Para que uma assessoria de imprensa
tenha êxito em seu trabalho é necessário,
em primeiro lugar, que o evento não tenha
'furos' de organização, porque esse
tipo de problema acaba comprometendo a imagem
da empresa organizadora, que, em linhas gerais,
é o objeto de trabalho do assessor",
diz Cleide Castro, diretora da Full Time Comunicação
(CE). Realizado numa área de 5 mil m2,
na Base Aérea de Fortaleza, a segunda edição
do evento contou com o apoio da Melissa, Primus,
TAM, Governo do Ceará e Vicunha - patrocinadora
master, que ainda utilizou seu know-how junto
a novos estilistas cearenses para a produção
de coleções apresentadas nos desfiles.
Por sua vez, o Governo do Ceará aproveitou
o momento para divulgar camisetas do programa
Ação Voluntária, criadas
pelo estilista Lino Villaventura, que foram vendidas
em estande no local, para arrecadar verba para
ações de alfabetização
de comunidades carentes do município. Além
do merchadising de empresas de tecelagem e das
ações sociais, o evento contou com
desfiles criativos e ousados que trouxeram para
as passarelas nomes badalados na mídia
- como a modelo catarinense Maryeva Oliveira (ex-namorada
de Gustavo Kuerten) e a atriz Karina Bacchi (a
Pâmela da novela global "Agora é
que são elas") - e espetáculos
visuais inspirados em filmes e livros - como "Barbarella",
de Roger Vadim, e "Dona Flor e Seus Dois
Maridos", de Jorge Amado.
Por trás dos bastidores, o setor envolve
um universo que vai além dos holofotes
que iluminam estilistas, modelos, consultores,
editores, jornalistas e tantos outros profissionais
de moda. Uma indústria com visão
moderna e ampla do poder das estratégias
de marketing para expansão de negócios,
que corresponderam a um faturamento de US$ 22,7
bilhões do setor, em 2002, podem apresentar,
no final deste ano, um superávit acima
de US$ 400 milhões, tendo o Nordeste como
responsável por 25 % do total das exportações
brasileiras. "O Nordeste é uma região
de notável produção e exportação
para a cadeia têxtil e de confecção,
sendo o segundo maior produtor de fios e tecidos
do país, destacando-se neste cenário
os estados do Ceará, Bahia, Paraíba
e Pernambuco", aponta Paulo Skaf, presidente
da Abit - Associação Brasileira
da Indústria Têxtil e de Confecção.
VINCULADA
JORNALISMO DE MODA: BRILHO E SACRIFÍCIOS
Por Romerita Farias
Há vinte anos, jornalismo de moda se resumia
aos editoriais publicados em revistas femininas,
que, em nada ou pouco, retratavam o que realmente
é e fazem aqueles que trabalham no setor.
Quem poderia imaginar que, hoje, os veículos
de comunicação de massa abririam
espaço e falariam sobre assunto com tanta
propriedade? Nesse curto período de tempo,
muita coisa aconteceu na área, e uma delas
foi o surgimento de jornalistas especializados,
profissionais, muitas vezes, com formações
muito mais calcadas na excelência técnicas,
dos textos do que nas relações contextuais.
Ao contrário do que muita gente pensa,
eles descendem de cursos generalizados de Comunicação
Social, que não contemplam um aprofundamento
teórico específico num determinado
segmento e, quanto mais, voltados à percepção
específica de moda.
Além disso, no Brasil, não há
ainda uma especialização pensada
para preparar repórteres, críticos,
produtores e assessores de imprensa para a produção
de textos e editoriais de moda e estilo. Então,
como fazem esses jornalistas que escrevem sobre
o setor? Como traduzir em textos e imagens o que
se vê nas fábricas, passarelas e
ruas, uma vez que estilistas, marcas e patrocinadores
precisam que a imprensa complemente a visibilidade
do seu produto aos consumidores? Para cobrir área
tão específica, os jornalistas precisam
entender o que estão vendo, saber analisar
e ter o senso crítico para avaliar e questionar
o que é apresentado. E assim dar embasamento
aos consumidores sobre o produto oferecido no
mercado.
Para transformar o fato ou produto em notícia
é preciso o mínimo de propriedade
sobre o assunto e isso significa muito estudo
e dedicação: ler revistas, viajar
e ficar atento. "É preciso espírito
critico. Sempre questionar o seu gosto, ter
muita leitura e muito estudo sobre história
da moda", ensina a jornalista Erika Palomino
(colunista da Folha de São Paulo).
Além das dicas de Palomino, uma formação
complementar sobre o assunto sempre é
um bom respaldo àquele profissional
que cobre moda. Por isso, o jornalista do
Diário de Natal (RN), Augusto Bezerril,
buscou outras alternativas para engrenar no
setor. "Passei por todos os cursos técnicos
de estilismo, como os de corte e costura,
que me dessem subsídios para escrever.
Além disso, comecei a montar uma biblioteca
específica sobre o assunto, desde quando
era estudante do ensino médio. Tudo
isso contribuiu para a minha qualificação",
ressalta.
Com a formação adequada, o jornalista
de moda fica apto a detectar e acompanhar
as temporadas dos desfiles de moda e lançamentos,
indo além das meras descrições
das tendências |
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de roupas e estilo. Fica apto a perceber o que vai
ou não "decolar" no mercado. "Não
dá para ficar naquela descrição
chata da cor da roupa, altura da saia e técnicas
usadas. O ideal é pegar as referências
da roupa e fazer conexões com a arte, cinema,
literatura e, claro, a vida real", afirma Phelipe
Rodrigues, repórter de moda do Diário
de Pernambuco. O idealizador do São Paulo
Fashion Week, Paulo Borges, comentou a evolução
da cobertura do jornalismo na área de moda,
durante sua estada no Recife, para o lançamento
do livro O Brasil na Moda, em agosto passado. Numa
palestra rápida, mas clara sobre o assunto,
observou que, hoje, a imprensa está mais
preparada para discutir e criticar moda. "Há
cinco anos o jornalista era convocado para falar
sobre moda. Hoje, existem pessoas dentro dos veículos
que gostam de cobrir moda", ressaltou Borges.
Com isso, observa-se que os veículos de comunicação
perceberam a receptividade dos leitores sobre a
indústria e passaram a investir na criação
de editorias e em jornalistas específicos,
que tenham o conhecimento para abordar a questão
e cobrir os eventos de forma mais profunda.
Para se ter idéia da expansão desse
setor, a última edição do
São Paulo Fashion Week (calendário
oficial da moda brasileira) contou com a cobertura
direta de 1600 profissionais da imprensa brasileira
- entre repórteres, fotógrafos e
equipes de TV. No Recife, a edição
passada do Shopping Recife Fashion, realizada
em agosto, reuniu mais de 200 profissionais de
comunicação e 12 mil pessoas, durante
três dias. Cobrir eventos de moda exige
muito desprendimento do jornalista, que se desdobra
para dar conta do recado: assistir a desfiles,
fazer entrevistas, trocar idéias com os
realizadores e escrever tudo num prazo inferior
a oito horas de trabalho. "Normalmente são
oito desfiles por dia, durante três dias.
Além disso, ainda tem que escrever as matérias,
no caso dos jornalistas que trabalham em jornais.
Agora, aqueles que escrevem para sites, têm
que atualizar as páginas logo depois dos
desfiles", ressalta Rodrigues. Apesar de
acostumado, ele ainda encara o processo em cada
edição como quem participa de uma
maratona. "Da última vez, perdi três
quilos porque mal tinha tempo para almoçar
ou jantar. Mas, quando chega no último
dia, já estou com saudade".
De acordo com o jornalista do Diario de Natal,
Augusto Bezerril, a primeira cobertura on-line
do Nordeste, do São Paulo Fashion Week,
foi feita pelo Tribuna de Natal. "Atualizávamos
depois dos desfiles, fazíamos comentários
sobre o que aconteceu nas passarelas e a presença
dos potiguás." Que o universo da moda
é fascinante, não tenha dúvida.
E esse mundo está cada vez mais na mídia,
e na vida de cada um. Mas uns vão olhar
com deslumbramentos e outros não. "O
glamour, se existe, nunca chegou até mim.
Nem pelo correio. Claro que vou a lugares bacanas,
festas fantásticas, converso com gente
que mora em 'palazzos'. Mas não é
um ponto importante para mim. Gosto de ver tudo
sem deslumbramento, para não ficar intimidado",
afirma Phelipe Rodrigues.
Apesar de recente, o jornalismo de moda é
uma área bastante concorrida e que já
conta, hoje, no Brasil, com curso de especialização,
o primeiro do setor no país: Jornalismo
de Moda e Estilo de Vida, da Universidade Anhembi
Morumbi (SP). A instituição saiu
na frente e lançou área de estudo
sobre o assunto com duração de três
semestres, coordenado pela jornalista Carol Garcia,
editora-chefe da revista digital Moda Brasil.
Atendendo a um leque variado de profissionais,
as aulas abordam conceitos teóricos e práticos
do setor como Fotografia de Moda e Cultura Visual;
Interpretação de Têxteis;
Análise e Interpretação de
Desfiles; Políticas Editoriais em Moda;
e Produção e Consumo de Informação.
Com iniciativas como essas, percebe-se que, aos
poucos, está sendo suprida a carência
do mercado por profissionais com formação
e aptos ao uso das linguagens de mídia
e moda.
A USP está sendo palco de trabalho inovador
neste sentido, desenvolvido pelo jornalista pernambucano
Tarcísio D'Almeida, residente em São
Paulo, há mais de cinco anos. Experiente
no mercado de jornalismo de moda, ele contabiliza
no currículo colaborações
nos sites Click de Gloria Kalil e World Fashion,
mas sua maior colaboração é
no meio acadêmico onde realiza importante
estudo voltado à semiótica da moda,
no qual aborda como a moda é vista e tratada
pelos profissionais de comunicação.
Entretanto, enquanto uma nova leitura do mercado
de moda não está ao alcance de todos,
uma boa para quem se interesse em conhecer este
universo é começar de baixo. Antes
de tudo para se entender o que é moda,
é preciso ter noções básicas
de história e produção: seu
desenvolvimento através dos tempos, cortes,
estilos, tipos de tecidos, acabamentos, lavagens
e demais processos industriais. Para isso, existem
cursos de estilismo e técnicos de moda
que ajudam a compreender como funciona a verdadeira
indústria da moda como os do Sesi - Serviço
Social da Indústria, e do Senac - Serviço
Nacional do Comércio. Essas instituições
atuam em vários estados do país
oferece cursos corte e costura, reciclagem de
vestuário e produção pessoal
que proporcionam embasamento necessários
para o conhecimento de elementos comuns no mercado.
Sugestões de Consultas:
www.erikapalomino.uol.com.br
www.mundofeerico.com.br
Sugestão de Foto:
- Erika Palomino
- Augusto Bezerril. |
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