 |
|
 |
| Janeiro de
2004 | nº 51 | Capa: Expressão Comunicação
Integrada |
 |
| |
 |
|
| |
 |
|
| |
|
|
 |
 |
 |
QUEM É QUEM NO CINEMA NO BRASIL,
de Paulo Sérgio Almeida e José Maria
Oliveira Editora Aeroplano, 268 páginas.
Com o crescente interesse pelo cinema nacional com
os sucessos de bilheteria de Carandiru e Lisbela
e o Prisioneiro, nada mais interessante do que manter
na estante da biblioteca de casa um superdicionário
com referências de profissionais da produção
brasileira. Pensando nisso, os pesquisadores Paulo
Sérgio Almeida e José Maria Oliveira
lançam Quem é Quem no cinema no Brasil,
que traz uma cuidadosa seleção de
500 nomes de personalidades que mais se destacaram
no mercado cinematográfico do país,
nos últimos dez anos. Produtores, realizadores,
diretores, distribuidores e vários outros
profissionais - que fazem com |
| que a indústria funcione e
brilhe em diversos festivais lá fora integram
essa enciclopédia da sétima arte.
Uma publicação única e exclusiva
para quem gosta e quer conhecer um pouco mais sobre
quem faz as nossas películas, além
de acessível ao bolso, pois seu preço
varia de R$ 50,00 a R$ 80,00. Recomendado pela Espaço
Z Comunicação. |
|
 |
| |
|
|
| |
IRREVERSÍVEL (IRRÉVERSIBLE).
França, 2002. Dirigido e escrito por Gaspar
Noé e estrelado por Monica Bellucci, Vincent
Cassel, Albert Dupontel, Jo Prestia, Philippe Nahon,
Stéphane Drouot, Jean-Louis Costes e Mourad
Khima.
Para começar, a história é
narrada de trás para frente. Ao tratar de
um tema bastante cruel a brutalidade da violência
sexual contra a mulher , entretanto, o diretor Gaspar
Noé deixa-nos então somente a angústia
de acompanhar passivamente a trajetória invertida
da personagem principal (Alex, vivida por Monica
Bellucci) e das pessoas ao seu redor, primeiramente
a partir das conseqüências, passando
pelo ato até a normalidade de suas felizes
vidas cotidianas. A cena do estupro, filmada em
um plano-seqüência de 20 minutos, é
realmente de incomodar até mesmo o mais imparcial
dos espectadores, mas apesar de toda a brutalidade
do tema e de algumas cenas de violência explícita,
o filme vale pela originalidade de abordagem à
questão ao ser dirigido em um daqueles roteiros
para quem |
 |
 |
| gosta de ver maneiras diferentes
de se contar uma história no cinema. Para
os designers de plantão, ainda, os créditos
finais e iniciais, muito bem desenvolvidos, são
um atrativo à parte. Recomendado por Thiago
Lyra da Zdizain Comunicação. |
|
|
| |
|
|
|
|
 |