revista de comunicação e marketing NE
Anuncie Editorial Expediente Edições Anteriores Lista de Discussão
Matérias
Notas
Seções
Giro
 
  Giro Brasil
 
  Na Web
 
  Entrevista
 
  Ficha técnica
 
  De olho na campanha
 
  A Vez do Cliente
 
  Click
 
  Eu recomendo
 
  Dicas e Truques
 
  Brainstorm
 
  Vitrine

Nome :
E-mail :
Estado :
Cidade :
 
 
pe360graus
   Ano VI | 15 fevereiro - 15 março de 2005 | nº 64 | Capa: Intertotal
     
PREPARANDO O PROJETOR
Ivelise Gomes
 

Recife promete esquentar as turbinas que movem o pólo cinematográfico nacional, entre os dias 13 e 19 de abril próximo, com o Cine PE 2005 - Festival do Audiovisual, que complementa com muito vigor o cenário de premiações do cinema brasileiro, o qual conta com extenso calendário annual (cerca de 70 eventos). Apesar de ser um dos 12 festivais realizados somente no Nordeste (que já contava com Fortaleza como um forte palco de exibição), o Cine PE vem ganhando novas dimensões, mostrando novas caras e trazendo o que tem sido feito de melhor na produção audiovisual brasileira. “Produzir um festival de cinema com essa amplitude e esse caráter de aproximar cada vez mais as necessiaddes dos realizadores e dos cinéfilos implica grande responsabilidade. Por isso, não pode ser encarado como um exercício isolado. Trata-se de uma tarefa coletiva”, diz a diretora do Cine PE, Sandra Bertine, da BPE Produções e Eventos.

Para a realização anual do evento, a BPE tem que alavancar uma engrenagem muito complexa que nunca está visível aqueles que participam ou conferem as mostras. Para tornar todo esse background perfeito, os produtores contam com o patrocínio e o apoio de grandes empresas e instituições como a BR Petrobras (patrocinadora master), Eletrobrás, Chesf e Kodak, além do Governo de Pernambuco e da Prefeitura do Recife. Entretanto, ainda são necessárias as colaborações de vários empreendimentos e organizações que ajudam a rodar a película durantes sete dias de evento como a Quanta e a Fundaj (Colaboradores) e Canal Brasil e Revista de Cinema (Promoção). “Todos representam uma peça vital no processo, nas suas respectivas atribuições. Esse é um atributo que merece ser sempre exaltado, por mais modesto e repetitivo que ela possa transparecer. Assim, é mais do que justo o reconhecimento individual dos papéis exercidos por todos os nossos parceiros comerciais, sobretudo a Petrobrás, a Eletrobrás, a Prefeitura da Cidade do Recife e o Governo de Pernambuco, que são nossos principais patrocinadores”, reforça Sandra.

Dessa forma, torna-se possível aos realizadores a implementação todo anode uma série de atividades paralelas inéditas para atender a carência de profissionais, estudantes e amantes do cinema por informações e qualificação no setor. O leque inclui oficinas, seminários, feira do audiovisual, programação infantil, mostra de filmes publicitários e mostra de filmes ao ar livre, dedicadas exclusivamente à promoção do cinema brasileiro junto ao público das salas de cinema e à população. “Essa é a oportunidade que os artistas e produtores culturais do setor têm, anualmente, para interagir com uma comunidade que respira e transpira cultura, tornando-a uma das mais ricas do país. Não é à toa que as peças de comunicação da edição do Cine PE procuram enaltecer a importância da cultura: plural, brilhante e cinematográfica, nas expressões mais precisas do termo”, comenta ela.




Além disso, muitas dessas iniciativas também representam compromisso da equipe da BPE pela responsabilidade social, que promove entre essas três ações marcantes. “Tentamos sempre acrescentar ações voltadas para as comunidades carentes dentro da programação do festival, pois sabemos do papel social que o cinema sempre teve. Isso foi feito através da realização de oficinas de audiovisual como uma prática pedagógica diferenciada, que tem contribuído para o bem-estar social de muitos jovens treinados pelos nossos instrutores. Fazemos isso também através da participação da rede pública de ensino na programação chamada Mostrinha, que vem contemplando a exibição de filmes infantis para mais de três mil crianças por dia de atividade, a maioria absolutamente estreante como espectadores de cinema. E, por fim, através da exibição de filmes nacionais para comunidades da periferia do Recife, em áreas públicas como praças e ruas, numa simples demonstração da democratização do acesso à produção cultural”, destaca Bertini.

E, para dar visibilidade a tamanha iniciativa, os realizadores contam com forte trabalho de comunicação que integra assessoria de imprensa (sob a tutela da Officina de Texto) e campanha publicitária (assinada novamente pela Ampla Comunicação), que executarão suas atividades de forma independente, mas conjugadas com a direção do festival para causar o impacto dos anos anteriores. “Essas duas forças motrizes trabalharão de forma independente mas unidas na missão de repercutir o evento para todo o Brasil”, diz a diretora da Festival Audiovisual. Detalhe: o CINE PE 2004 atraiu cerca de 45.500 espectadores em seus sete dias de duração, só para citar um exemplo do resultado dessa dobradinha entre agência e assessoria.

Sendo assim, a Officina de Texto tem sido responsável pela mobilização da mídia nacional e assistência de toda imprensa presente para cobertura. Enquanto isso, a Ampla se responsabiliza pela criação da campanha publicitária do Cine PE, que nessa nona edição está sendo desenvolvida com foco no tema “Música e Cinema. Magia e Paixão”. “A campanha que a Ampla está desenvolvendo para o CINE PE 2005 valoriza o evento e o seu público, mostrando que, no nosso estado, todos curtem e sabem tudo de cinema, até mesmo as pessoas mais simples”, coloca Karina da Fonte, atendimento da Ampla Comunicação, que veiculará todas as peças a partir do final de março próximo.

Esse trabalho de criação da campanha conta com um alto investimento em mídia que envolve Outdoor, VT para televisão, anúncios de jornal, spots de rádio, banners, cartazes, folder, testeira de rua, camisas, bolsas, pastas, vídeo institucional, etc. No caso do VT para televisão, o roteiro é da Ampla, mas a peça conta com produção da BPE Produções, direção do jovem cineasta pernambucano Léo Falcão e fotografia de Tuta Santos. “O filme de divulgação do festival terá nova roupagem esse ano, pois vamos trabalhar com uma linguagem documental. Entretanto, essa linguagem documental terá estilo mais moderno inspirada em trabalhos de grandes nomes do cinema documental brasileiro como Eduardo Coutinho, Nelson Pereira dos Santos e João Moreira Sales. O nosso objetivo é mostrar a história e a importância do cinema através de espectadores comuns como o vendedor de coco e o taxista”, destaca o cineasta Léo Falcão.

     
Recife . Salvador . Fortaleza . Natal . João Pessoa . Maceió . Teresina . Aracajú
contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site