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| Ano VI | 15 abril - 15 maio de 2005 | nº 66 | Capa: Objetiva Comunicação (BA) |
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FIDELIZAÇÃO: A FERRAMENTA DE MARKETING QUE PROMOVE RELACIONAMENTOS de Luiz Sabatino. Rio de Janeiro: Reichmann & Affonso, 2003. 176 Págs.
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Formado em engenharia mecânica, pós-graduado em marketing e contando no currículo cursos de especialização em comunicação e marketing na Inglaterra e na França, Luiz Sabatino assina o primeiro livro brasileiro que realmente ensina como desenvolver e aplicar a fidelização. Nessa publicação, o autor leva um pouco da sua experiência de 12 anos na área de marketing (na qual ocupou diversos cargos em empresas multinacionais como Shell do Brasil e The Coca-Cola Company). Com esse know-how, enfoca a fidelidade dos clientes a determinadas marcas e produtos, tendo como ponto de partida a eficiência e a relevância dos programas que fazem isso acontecer. Rico em exemplos, dicas e estudos sobre as melhores práticas, o livro mostra como analisar, desenvolver e implementar um programa de fidelidade, de modo a proporcionar a empresários, executivos, estudantes e profissionais de marketing um roteiro prático, verdadeira ferramenta de consulta e de trabalho. Além disso, Luiz Sabatino incluiu no texto, inclusive, planilhas de estudos financeiros para os leitores situarem melhor os estudos de casos. |
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O FUTURO DA PROPAGANDA - NOVA MÍDIA, NOVOS CLIENTES, NOVOS CONSUMIDORES NA ERA PÓS-TELEVISÃO de Joe Cappo. São Paulo: Cultrix e Meio & Mensagem, 2004. 200 Págs.
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No meio de tantas inovações tecnológicas e das transformações do meio de comunicação, uma pergunta se torna fundamental nos dias de hoje: Como anunciar em uma mídia em constante evolução? Em “O Futuro da Propaganda - Nova Mídia, Novos Clientes, Novos Consumidores na Era Pós-Televisão”, Joe Cappo tenta responder a essa pergunta com uma reflexão profunda sobre as novas mudanças que vêm alterando a visão anterior do mercado. A obra condensa em pouco mais de 200 páginas os principais fatores que transformaram a indústria da propaganda no século XX e que, em última instância, levaram as agências criativas ao seu atual dilema: adaptar-se às mudanças ou fechar seus negócios. O autor, que durante anos atuou como editor do jornal Advertising Age e hoje ocupa o cargo de vice-presidente sênior da Crain Communications Inc., defende que a noção de agência de propaganda passará por uma total remodelação e reinvenção para sobreviver e progredir nos próximos anos e ressalta que há vários profissionais de agências de alto nível que estão trabalhando em novas perspectivas para seus negócios e empresas. |
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