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Uma viagem por dentro da gráfica é a nova proposta da FacForm. A gráfica está apostando em um espaço onde podem ser encontradas várias das peças produzidas por ela como convites, folders, calendários, cardápios, entre outros. A exposição é destinada a clientes, publicitários e estudantes da área de comunicação (publicidade e jornalismo) e design. Segundo o presidente da FacForm, Francisco de Assis Nunes, a idéia da criação do espaço surgiu por constantes pedidos de visitas à gráfica, principalmente de estudantes de publicidade e também pela vontade de apresentar todo o trabalho da FacForm por dentro para pessoas interessadas. Antes as visitas eram realizadas na própria sala de Francisco, porém a quantidade de trabalhos da gráfica atingiu uma dimensão que foi necessária a criação de uma sala desenvolvida especialmente para abrigar os materiais.
O tour pela FacForm começa pela sala da exposição, que possui uma área aproximada de 5 x 15 metros . Lá, podem ser encontradas 50 peças, sendo sete primeiros lugares e 19 finalistas de premiações nacionais e internacionais. Entre as peças expostas, está uma desenvolvida para a Companhia Hidrelétrica do Rio São Francisco (Chesf), que recebeu o primeiro lugar no prêmio Fernando Pini, da empresa em 2002. Este foi o primeiro prêmio nacional da indústria gráfica pernambucana. Também pode ser encontrado o calendário do rio São Francisco 2005, vencedor do prêmio Theobaldo Nigris no México e do prêmio Fernando Pini. O calendário foi a primeira peça de Pernambuco que venceu um prêmio internacional. Este ano, o calendário ainda concorre a três prêmios internacionais: no Chile, em julho; Chicago, em setembro; e na China, em outubro.
Na mostra, o processo de impressão é mostrado em todas as suas etapas desde a constituição de cores à formação de imagens. “Os estudantes ficam maravilhados quando vêem como tudo isso é produzido”, conta Tarciana Alves, que trabalha na área de computação gráfica da FacForm. Os visitantes são apresentados às mais diversas formas de produção gráfica como a criação de peças em alto-relevo e o uso de hotstamps e facas de corte.
Após a exposição, os visitantes seguem para a parte da produção dos materiais que vão desde a pré-impressão, tratamento de imagens, impressão até o acabamento das peças. De acordo com Francisco, essa é uma ótima oportunidade para se obter dicas de como realmente se pode produzir material gráfico. “O estudante de jornalismo, por exemplo, passa a ter outra visão de como é produzida uma revista”, relata. A viagem na gráfica acaba em uma área apelidada de “self-service”, nela os visitantes podem observar de perto as mais variadas peças da gráfica, além de poder levá-las para casa. “Quem chega aqui recebe uma sacolinha e leva o modelo que quiser para casa, é realmente um self-service”, explica Tarciana. Os interessados na visita em grupos devem agendá-la previamente. A exposição, permanente e gratuita, comporta grupos de até 30 pessoas.
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