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Carol Araújo, Marcos Buccini e Luciano Vidigal
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O curta-metragem pernambucano A Morte do Rei de Barro, de Plínio Uchôa e Marcos Buccini, sagrou-se vencedor na categoria Melhor Filme em Animação do Festival de Vídeo de São Carlos-SP. Concorreu com outros cinco vídeos: Para Chegar Até a Lua (Aguaí-SP) de José Guilherme Landi Hertz; Roque, Uma Jornada Mortal (Juiz de Fora-MG) de Léo Ribeiro; Tem Um Dragão no Meu Baú (Rio de Janeiro-RJ) de Rosaria; e Z0oV1rus (Salvador-BA) de Fausto Júnior.
O festival é uma iniciativa do Sesc-SP e teve início em 2002. Para essa edição foram inscritos 260 trabalhos, dos quais 20 tornaram-se finalistas - cinco para cada uma das quatro categorias: ficção, animação, documentário e videoclipe. A proposta é incentivar a produção nacional de vídeos e aproximar ao máximo os trabalhos do público. Para isso, o festival funciona de forma intinerante, exibindo em diversos lugares da cidade. A Morte do Rei de Barro foi a primeira produção do Núcleo de Animação da Aeso (Ensino Superior de Olinda). Sua duração é de 4min. e foi todo filmado em stop motion, consumindo 30h de gravação. Utilizou bonecos de barro imóveis, todos comprados no Mercado de São José. Ambientado no sertão pernambucano, o curta conta a história das batalhas entre cangaceiros rivais e as tentativas de assassinar o chefe do bando inimigo, destacando as figuras de Mestre Vitalino e Lampião. A direção de fotografia ficou a cargo de Ricardo Bicudo. Léo D, do Estúdio Mr. Mouse, compôs a trilha sonora que contou com música cedida por Antônio Madureira, do Quinteto Armorial.
O vídeo já participou de 16 festivais, sendo três internacionais (como o Sopot Film Festival, na Polônia, e o Port Island Film Festival, nos EUA), saindo vencedor em quatro deles (sendo o de melhor filme na categoria municípios da 5ª Goiânia Mostra Curtas e melhor trilha sonora no 80º Festival Guarnicê de Cinema, em São Luís, os prêmios mais importantes). |