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José Galló do Conselho de
Administração da Renner |
Foi com o slogan “Experimente a Renner” estampado em peças publicitárias distribuídas pelo estado, que a rede de moda anunciou a inauguração de duas unidades em Pernambuco, somando agora 68 lojas espalhadas em todo o Brasil. Sua aterrissagem na terra do frevo, do forró e do maracatu gerou 171 empregos diretos. Os dois pontos comerciais, um em Recife, na rua da Imperatriz; outro na cidade de Jaboatão dos Guararapes, no Shopping Guararapes, ofertam um mix de mais de 25 mil produtos cada.
A Renner vem se diferenciando no segmento de varejo de moda por investir no conceito de lifestyles que veste homens, mulheres, adolescentes e crianças de acordo com o estilo de vida de cada um. O conceito levou à criação de marcas próprias como as Just be, Blue Steel, Rip Coast, Get Over e Request, entre outras. Com isso, a rede vem conquistando a fidelidade dos seus novos clientes e reforçando a dos antigos.
Atualizada com as tendências de mercado e preparada para oferecer o melhor da moda e dos estilos aos seus clientes, o Conselho de Administração da Renner, presidido por Francisco Gros e integrado por José Galló, conta com a participação da consultora de moda Glória Kalil, bem como com Egon Handel, José Luiz Osório de Almeida Filho e Miguel Gallert Krigsner, presidente de O Boticário. A história da Renner tem início em 1912 no Rio Grande de Sul, através das mãos de Antônio Jacob Renner, um descendente de alemães que comercializava inicialmente capas de pura lã e capas do vestuário masculino. Em 1940, a empresa ganhou o formato de loja de departamentos e, a partir de 1994, tem início um plano de expansão que foi conquistando vários estados do Brasil. Os 94 anos de experiência da Renner registram no ano de 2005 um marco importante para a história corporativa brasileira. O faturamento anual da ordem de R$ 1,5 bilhão fez com que a empresa entrasse para o Novo Mercado, segmento da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), tornando-se a primeira empresa brasileira com 100% das ações negociadas em Bolsa de Valores, sem a presença de um acionista controlador. |