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Ano VII | Agosto - 2006 | nº 81 | Capa: Arcos Comunicação (PE) |
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MARKETING DE GUERRA, edição histórica 20 Anos, Al Ries e Jack Trout. Editora M. Books. São Paulo. 2006. 224 págs.
“O marketing é uma guerra em que o concorrente é o inimigo e o cliente é o terreno a ser conquistado”. Essa é a definição que melhor traduz Marketing de Guerra, livro que trouxe estratégias que continuam válidas até os dias de hoje. Celebrando 20 anos da primeira edição da obra, Ries e Trout fazem anotações e expandem sua criação para as novas gerações de profissionais de marketing. O livro mostra como as empresas podem obter vantagens sobre a concorrência, seja no embate direto, seja no indireto; traz a análise de duas décadas de campanhas de marketing, com alguns dos maiores sucessos e fracassos do período; explica como conceber planos de ataque para diferentes categorias de produtos e setores de negócios; e fala sobre estratégias essenciais de marketing; entre outros tópicos. Afinal, guerra é guerra. Mesmo que seja travada longe de trincheiras enlameadas. |
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O DESIGN GRÁFICO BRASILEIRO - ANOS 60, Chico Homem de Melo. Editora Cosac & Naify. São Paulo. 2006. 304 págs.
Che Guevara, Beatles e a ida do homem à lua. A década de 60 é considerada um momento da história da humanidade de grande turbulência cultural, política e comportamental que, de uma forma ou de outra, gerou reflexos no design gráfico incluindo o produzido no Brasil. A obra organizada pelo designer Chico Homem de Melo, que também responde como autor de três capítulos, retrata e discute o período no qual o design gráfico brasileiro tem sua consolidação, trazendo levantamento e documentação iconográfica inéditos das obras produzidas durante a década em foco. São 514 imagens reunidas, das quais muitas são peças raras restauradas digitalmente. No projeto gráfico da obra, o diálogo com o período retratado: títulos grandes, em Helvética e muitas imagens que reproduzem a urgência e a contundência da época.
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JORNALISMO POPULAR, Márcia Franz Amaral. Editora Contexto. São Paulo. 2006. 244 págs.
O livro discute novas formas de abordar o jornalismo popular, conhecido erroneamente como um jornal sem ética e de “baixo nível”. Pesquisa feita pela autora, Márcia Franz Amaral, com jornais periódicos de todo o Brasil (Agora São Paulo, Extra, Folha de Pernambuco, Primeira Hora, Diário Gaúcho, Jornal da Tarde, Diário de S. Paulo, Super Notícia, Aqui!, etc.) constata que não é preciso apelar para o sensacionalismo para atrair o público de classe média baixa. O jornal popular pode, e deve, ser feito com a mais alta qualidade, sendo reconhecido pelos seus furos e matérias exclusivas. Aí encontra-se o grande desafio: chamar a atenção do leitor das camadas pobres utilizando assuntos cotidianos, o que resulta em matérias interessantes e com linguagem acessível a todos. Jornalismo Popular é leitura indispensável para jornalistas, professores e estudantes.
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BOA NOITE E BOA SORTE, de George Clooney. EUA, 2005. Roteiro de George Clooney e Grant Heslov.
Em sua segunda incursão por trás das câmeras - a primeira foi com o elogiado Confissões de uma mente perigosa -, o ator George Clooney mergulha de cabeça em um dos períodos mais obscuros da história recente americana: a paranóia anticomunista instalada no país pelo senador Joseph McCarthy nos anos 50 - fato que encontra fortes ecos nos dias de hoje. Rodado em preto-e-branco e valorizando os diálogos à ação, o filme retrata a luta do âncora do talk show See It Now, Edward R. Murrow (David Strathairn), e sua equipe para mostrar as táticas e mentiras usadas por McCarthy em sua caça aos supostos comunistas dispostos a mostrar os dois lados da questão. No elenco, nomes como Jeff Daniels e Robert Downey Jr., além do próprio Clooney. O título do filme faz referência à frase com que Murrow encerrava seu programa. Na internet: www.goodnightandgoodluck.com. |
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