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pe360graus
   Ano VII | Novembro - 2006 | nº 84 | Capa: Studiodois (PE)
     

DE OLHO NO MERCADO GRÁFICO
Gráficas nordestinas se expandem, se aprimoram e se equiparam às melhores do Brasil

Anderson Lima
 
 

A indústria gráfica nacional começou a imprimir suas primeiras páginas na história do Brasil em 1808. O ano marca a instalação de nossa primeira gráfica, a Imprensa Régia. Ela se deu no Rio de Janeiro, por ordem de D. João VI, acossado de Portugal com seu séquito pelas forças napoleônicas. Na época, a impressão fora das oficinas da corte era proibida. Publicava-se apenas o que não ofendesse o Estado, a religião e os costumes.

Hoje, o setor gráfico nacional representa 1% de nosso Produto Interno Bruto, gera mais de 200 mil postos de trabalho direto e é formado por cerca de 16 mil empresas. Quando voltamos os olhos para a região Nordeste, encontra-mos um parque gráfico em situação de competitividade de igual para igual com os demais territórios do país, seja em preço, seja em qualidade e agilidade.

Se forem citadas apenas algumas conquistas recentes, teremos a da Gráfica Santa Marta, da Paraíba. Desde fevereiro desde ano, a partir de acordo firmado com a Editora Globo, ela é responsável pela impressão dos 100 mil exemplares da revista Época distribuídos em todo o Norte e Nordeste. A Santa Marta conquistou ainda três prêmios Theobaldo de Nigris e (pela quinta vez seguida) o Top of Mind, Regional Paraíba, como a marca mais lembrada no segmento gráfico. Ainda na Paraíba, a Gráfica JB está entre os maiores contri-buintes do Imposto Sobre Serviços de João Pessoa - na capital pernambucana, a Intergraf ocupa tal posição. E já que falamos em Pernambuco, aqui a FacForm exibe com orgulho em sua estante a conquista de oito prêmios Fernando Pini.

 
  Gráfica JB: entre os maiores contribuintes do ISS de João Pessoa

“Nosso parque gráfico tem evoluído cada vez mais e, atualmente, conta com excelente estrutura técnica e de aten-dimento, além de preços competitivos comparáveis às gráficas do Sul e Sudeste”, conta a publicitária Angélica Molina, da agência EscalaNovva (PE). “Sempre defendemos o trabalho das gráficas que têm qualidade técnica e preços compatíveis para atender nossas necessidades. Como temos excelentes gráficas no mercado, fica mais fácil analisarmos este custo/ be-nefício”, avalia. A agência realiza muitos trabalhos na área de folheteria, convites e peças promocionais e, devido à qualida-de dos trabalhos realizados regionalmente, as agências nor-destinas terão a oportunidade de participar, em 2007, da con-corrência para impressão dos catálogos das coleções das lojas Renner.

A indústria gráfica pode ser dividida em vários ramos de atuação, cada qual com suas necessidades específicas de investimentos e posicionamento no mercado. Existem as gráficas especializadas na confecção de caixas e embalagens, as que produzem formulários contínuos, as voltadas ao segmento editorial (com a produção de livros e revistas) e as que se especializam na confecção de material promocional (panfletos, folders e cartazes, por exemplo), entre outros tipos.

 
  Angélica e equipe EscalaNovva.
José Gallo, da Renner (sentado)

De certa forma, o setor pode ser considerado como um termômetro da economia. Tomemos como exemplo o se-tor de embalagens. Quando ele registra aumento no número de pedidos, isso significa que as indústrias esperam vender mais. Daí vem a necessidade de mais embalagens. Essa ten-dência de crescimento se reflete no varejo, que investe em mais promoções para que haja aumento em suas vendas, e assim por diante. “Quando temos crescimento industrial e da economia como um todo, o ramo gráfico cresce mais do que esses setores. Quando eles entram em crise, por conseqüên-cia as gráficas também entram. Somos parte de um setor inti-mamente ligado com o desenvolvimento e o crescimento do país, seja positiva, seja negativamente”, avalia Luiz Sérgio Baptista, diretor-comercial da Gráfica JB.

Segundo o profissional, o turismo também possui grande influência sobre as gráficas promocionais nordestinas, uma vez que ele é o grande consumidor de material gráfico como cardápios, folders, panfletos e revistas. A boa nova é que o turismo tem registrado crescimento na região. E os indi-cadores apontam para um crescimento maior, o que significa boas perspectivas para as gráficas.

 
  Fred Hortêncio, gerente de marketing e desenvolvimento da gráfica Santa Marta

Quanto à nossa produção gráfica, seu destino prioritário é o próprio mercado local. Isso se dá porque, devido às dimensões continentais do país, fica difícil para as empresas encontrarem condições de custo para produzir material para regiões como o Sul ou Sudeste - localidades que concentram os grandes mercados e também os fabricantes dos principais insumos (papel, tinta, chapa, etc.). Um movimento no sentido contrário, no entanto, tem sido notado. A tendência cresce ano após ano e só tem trazido benefícios ao mercado regional. Tal qual é feito entre a Editora Globo e a Gráfica Santa Marta na impressão da revista Época, grandes anunciantes e empre-sas têm percebido que é mais econômico produzir no Nor-deste a parcela de impressos (promocionais principalmente) que será utilizada no mercado local.

Falando nela, a Santa Marta foi fundada há 40 anos e tem sede em João Pessoa (PB) e filiais em Recife, Salvador, Fortaleza, São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belém. Ela possui o efetivo de 320 funcionários que atuam na produção de pequenas a grandes tiragens de impressos que abrangem os mercados editorial, promocional, de varejo e rótulos. Seu último grande investimento se deu em 2004, quando foram aplicados R$ 15 milhões na substituição de todo seu maquinário plano de impressão de uma só vez. A Santa Marta tem ainda considerável atuação na área da cultura. Ela participa, por exemplo, do projeto Olinda Arte em Toda Parte (www.olindaarteemtodaparte.com.br) desde sua segunda edição. Ele já está no sexto ano de realização. O evento, que este ano homenageia o pintor Bajado (1912-1996), movimenta mais de cem ateliês, além de bares, restaurantes, pousadas, igrejas e outros espaços públicos da cidade de Olinda. Nesta edição, ele terá a participação de pelo menos 300 artistas plásticos.

 
  Sebastião Figueirôa, Abigraf-PE

“Temos várias gráficas na região que foram premiadas nacional e internacionalmente. Isso só vem a reforçar a quali-dade de nossos produtos e mostrar que somos perfeitamente competitivos com o restante do país e do mundo”, analisa Fred Hortêncio, gerente de marketing e desenvolvimento da empresa. Para Hortêncio, os principais entraves que afligem as empresas são as elevadas cargas tributárias nacionais e a ausência de uma política definida de incentivos, problemas que poderiam ser sanados com a busca pela competitividade e competência, otimizando-se custos, reduzindo-se desperdícios e viabilizando-se novos projetos. Os pontos fortes do mercado regional? “Alta qualidade, excelente iniciativa e potencial criativo, preciosismo e muita garra”, diz.

“A indústria gráfica nordestina encontra-se em exce-lente nível se comparada à indústria gráfica nacional. Em ter-mos tecnológicos, estamos no mesmo nível de todo o Brasil e da maior parte do mundo”, afirma o diretor-comercial da Gráfica JB, Luiz Sérgio Baptista. A empresa possui cerca de cem colaboradores e é especializada em impressos promocionais de pequenas e médias tiragens, como folders, tablóides, jornais institucionais e revistas, entre outros.

Na hora de direcionar seus investimentos, a empresa procura privilegiar três setores: tecnologia, relacionamento e pessoal. No primeiro, para, ao ter equipamentos de produção entre os mais modernos disponíveis no mercado, agregar qualidade e produtividade aos serviços oferecidos. No segundo, para alimentar uma relação de parceria com os clientes. A empresa se coloca na posição de provedor de soluções gráficas àqueles que usam seus serviços, ajudando-os a encontrar a melhor saída para a relação custo/benefício de suas necessidades, mesmo que isso signifique indicar outra empresa mais qualificada para realizar tal serviço. Já o último, para o crescimento profissional e mesmo pessoal de seus colaboradores, o que é feito por meio de programas de reciclagem e treinamento. “De nada adiantaria termos as melhores má-quinas do mundo se não pensarmos também em ter as melhores pessoas do mundo para operá-las”, diz Luiz.

 
  Ducca Rios, Designer e publicitário da Origem
Comunicação (BA)

Tal preocupação se justifica. Segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica (www. abigraf.org.br), o fator que mais contribui para o emper-ramento do setor não está no quesito tecnologia, e sim na capacitação de pessoas e na gestão do negócio, algo ainda deficitário no que tange as pequenas e médias empresas. Sobre a Abigraf, é a entidade de classe cuja missão é representar oficialmente os empresários do setor de impressão diante do poder público e da sociedade, buscando seu fortalecimento e expansão. Também presta assessoria jurídica e técnica aos associados. Ela foi fundada em 1965, tem sede na cidade de São Paulo e 15 representações regionais que abrangem todo o território nacional.

“Economicamente, o setor tem progredido muito nos últimos anos. Quanto ao nível de emprego, podemos afirmar que a indústria gráfica está estabilizada com um pequeno acréscimo. E quanto à oportunidade de crescimento, ainda há muito a crescer. O setor poderia estar em uma situação muito melhor se o país tivesse crescido mais”, afirma Sebastião Figueirôa, presidente da Abigraf-PE (www.abigraf-pe.com.br). Para ele, a indústria gráfica passou por uma notável evolução tecnológica nos últimos anos que exigiu mais investimentos e capacitação gerencial. Ao mesmo tempo, tem havido a redução acentuada da demanda por serviços gráficos, o que tem exigido mais capacitação técnica, investimentos e novas atitudes gerenciais.

Aqui, a entidade atua em conjunto com o Sindusgraf (Sindicato das Indústrias Gráficas de Pernambuco) prestando serviços que visam o aprimoramento e o desenvolvimento de todo o setor gráfico. Entre as ações que podem ser citadas estão o incentivo à participação dos empresários em eventos de interesse do setor e a viabilização de programas de crédito e financiamento. De um universo de quinhentas empresas existente no estado, cerca de duzentas são associadas à entidade. Ao todo, elas geram cerca de vinte mil postos de trabalho.

 
  Presidente-executivo da ABTG, Fábio Arruda Mortara

Outra entidade voltada ao setor é a Associação Brasileira de Técnicos Gráficos (www.abtg.org.br). “A indústria de comunicação gráfica [em uma denominação mais atual] tem passado por fortes mudanças com o advento da internet e das tecnologias digitais. Por isso, esperamos muitos anos de mudanças no mercado, com o desaparecimento de setores inteiros e o surgimento de outros, principalmente na área digital”, prevê o presidente-executivo da Associação, Fábio Arruda Mortara. A ABTG foi criada em 1959 e tem como objetivo estudar, difundir e aprimorar os sistemas e métodos dos processos técnicos, artísticos, científicos e administra-tivos das artes gráficas. Sua contribuição para o setor se dá por meio de cursos, seminários, workshops e e-learning, da ela-boração de normas técnicas ou da entrega do Prêmio Brasilei-ro de Excelência Gráfica Fernando Pini. A entidade possui mais de 500 empresas associadas em todo o Brasil.

Designer e publicitário da Origem Comunicação (BA), Ducca Rios acredita que o nível técnico dos profissionais e o tecnológico e estrutural das empresas baianas atende de forma satisfatória a maior parte das demandas geradas pelo mercado. O problema, segundo ele, é o encolhimento vivido pelo mercado local nos últimos anos, reflexo de diretrizes políticas adotadas em nível nacional. “Quando digo que 'atende à maior parte das demandas' não quero dizer que a indústria gráfica local possa ser classificada hoje como excelente, mas como apta a atender um mercado que exige muito pouco se comparado ao do Sul. Temos gráficas que executam serviços diferenciados do restante, mas são poucas”, afirma. Em sua opinião, a situação estaria levando ao enxugamento da estrutura de escritórios de design e de agências de publicidade. Já as gráficas, que poderiam adquirir novos e melhores equipamentos, têm que se segurar com o que possuem e esperar por tempos melhores. “As empresas estão cortando custos e buscando sobreviver como podem em uma realidade que comparo à de um deserto: muita areia e alguns poucos oásis de prosperidade”, avalia Ducca.

 
  A Uranus2 está no mercado desde 1994 e, hoje, emprega 330 funcionários e tem três unidades na Bahia

Difícil por si só, a situação no estado estaria empurrando as empresas para outro entrave para seu crescimento. Este, histórico: a falta de cultura por parte do empresariado baiano, segundo Ducca, sobre o real valor do design e da propaganda para suas marcas. “Quando se deixa de investir em ambas, o resultado só pode ser a estagnação e o esquecimento. É a morte da marca”, conta ele, que também vê problemas na relação mantida entre algumas gráficas e agências de publicidade. “Vejo gráficas que fogem à sua real vocação e tentam fazer o papel da agência de publicidade ou do escritório de design. Por outro lado, há agências que, na busca pelo aumento de sua rentabilidade, encostam seus fornecedores na parede, forçando-os a reduzir seus orçamentos abusivamente”, revela.

Para Luiz Sérgio Baptista, da Gráfica JB, é preciso desenvolver mais o mercado local. Isso, segundo ele, já vem sendo feito por meio da descentralização da produção das grandes empresas nacionais e multinacionais. Mais: “Precisamos desenvolver cada vez mais o modelo de gestão das empresas, em sua maioria familiares, com ausência de uma gestão profissional. Além disso, a indústria gráfica nordestina, com raras exceções, precisa aumentar sua produtividade e lutar por uma carga tributária menor e mais justa”, conta. Segundo o profissional, devido à guerra fiscal travada entre os municípios onde as empresas estão instaladas, alguma delas chegam a pagar até cinco vezes mais ICMS que outras, situação nada saudável para a boa concorrência.

Em Pernambuco, particularmente, um problema que acomete o setor é o prazo de entrega. “O setor gráfico vem evoluindo, mas grande parcela das gráficas ainda não consegue executar um planejamento de produção que cumpra os prazos estabelecidos com o cliente. Falta sistemática e logística de trabalho eficiente à maioria das gráficas pernambucanas”, afirma Pablo Magalhães, diretor de empreendimentos da Publikimagem Comunicação e Empreendimentos Culturais. Apesar disso, ele acredita que a indústria gráfica local encontra-se em nível de “primeiro mundo e não deixa a desejar a nenhuma gráfica nacional no tocante a equipamentos e qualidade de impressão, bem como na variedade de material trabalhado”.

Segundo o profissional, seria necessário investir em capacitação e treinamento dos profissionais que trabalham na produção e no setor comercial das gráficas, para que se pudesse ajustar o prazo à necessidade de cada cliente, responsável e conscientemente. Já Ducca enxerga uma saída para o mercado baiano na cobrança aos governantes da redução da taxa tributária e na correta aplicação do que é arrecadado. “Enquanto cada um estiver com a cabeça baixa e os olhos voltados para o próprio umbigo, pouca coisa poderá ser feita para melhorar o mercado e a sociedade de forma geral. Se todos remarem para o mesmo lado já é um bom começo”, considera ele, para quem os elevados juros e impostos têm sido responsáveis por sufocar as empresas.

Na opinião de Angélica Molina, da EscalaNovva, para superar a crise econômica que afeta os mais diversos segmen-tos do mercado, gráficas inclusas, é preciso buscar a fideli-zação de clientes e a redução de seus custos. “A indústria gráfica, especificamente, tem passado pela crise da pré-impressão. Cada vez mais os computadores fazem mais coisas e com mais qualidade. É preciso continuar investindo em tecnologia para que façam bons trabalhos e se mantenham no mercado”, diz. Para ela, com o significativo crescimento da comunicação 'no mídia' na verba dos clientes, o mercado gráfico regional poderia direcionar investimentos ao setor de desenvolvimento de projetos especiais e design para oferecer formatos inovadores e adequados tanto aos clientes quanto ao mercado.

E, após acirrado período eleitoral, a pergunta a ser feita não poderia ser outra senão como a questão política, e todos os melindres inerentes a ela, afetaria o setor gráfico? “Pode interferir se houver mudanças econômicas forte. Isso interfere diretamente na circulação de riquezas e provoca aumento ou diminuição dos recursos disponíveis para investimentos em peças e gráficas”, afirma Pablo, da Publikimagem. “Uma política econômica forte, e com viés de crescimento, favorece o mercado regional e estimula as empresas a anunciar e a divulgar seus produtos, gerando necessidade de investimento em material gráfico adequado”, completa.

Pablo vê a reeleição do presidente Lula como o mais propício para o mercado de gráficas e agências de publicidade locais, em especial, para Pernambuco. “Pernambuco nunca foi tão bem assistido pelo governo federal. Tivemos um vice-presidente pernambucano [Marco Maciel, durante o governo Fernando Henrique Cardoso] durante oito anos que, infelizmente, não conseguiu trazer recursos e investimentos de monta para nosso estado”, compara.

No que se refere à política, ou melhor, às eleições e às novas regras em voga, há uma empresa nordestina que não tem do que reclamar. “Tivemos um ótimo impacto com a ven-da de nossos serviços criativos adequados à nova lei eleitoral”, revela Carolina Lopes, do marketing da Uranus2 Comuni-cação (BA). “O adesivo de pára-choque é um produto comum nas eleições e que está de acordo com a lei, mas a gráfica inovou ao oferecê-lo em vinil impresso de modo 100% digital. Isso possibilitou a produção de pequenas quantidades com leiautes diferenciados e agregando qualidade e baixo custo para o serviço que, nas outras eleições, era produzido em serigrafia”, diz.

A Uranus2 iniciou seus trabalhos em 1994. Ela emprega 330 funcionários e tem três unidades na Bahia. A empresa atua no ramo de comunicação visual, mídia exterior e gráfica digital, produzindo peças como cartão de visita, cartazes, convites, plotagens e impressão de dados variáveis, entre outras. Seus investimentos são focados em treinamen-to, aperfeiçoamento profissional e aquisição de tecnologia. Carolina acredita que o setor poderia registrar um crescimento mais constante se recebesse mais apoio, como linhas de crédito e melhores taxas.

As expectativas para o próximo ano, ao menos, se apresentam positivas. “Todos os indicadores do país apontam para um crescimento maior com juros menores, o que será muito bom para o mercado como um todo”, diz Luiz Sérgio Baptista, da Gráfica JB. “Esperamos que haja um cenário mais favorável às empresas do setor gráfico, principalmente àque-las de pequeno e médio porte, que formam a maioria de nosso setor. A exemplo do aquecimento da economia e conseqüen-te aumento da demanda; de políticas econômicas que redu-zam as taxas de juros e, ao mesmo tempo, aumentem a dis-ponibilidade de financiamentos; e da aprovação da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, entre outros fatores fundamen-tais para o desenvolvimento do setor, do estado e do país”, diz Sebastião Figueirôa, Abigraf-PE. “Nossas expectativas es-tão no crescimento do Brasil e, conseqüentemente, no poder de consumo. As boas oportunidades de mercado aparecem para aqueles que buscam estar inovando e buscando soluções que consigam valorizar a marca e trazer resultados financeiros para seu cliente”, completa Angélica Molina, EscalaNovva.

     
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