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Alexandre Oliveira, OEM |
O ano terminou e o que você fez? Com a palavra, os profissionais de comunicação de todo o Nordeste. É hora de cada um avaliar 2006 e rever suas ações. O que aconteceu com a publicidade num ano movimentado por dois grandes eventos na mídia que tomaram conta do calendário dos brasileiros: as eleições e a Copa do Mundo? Como cada um associou a marca de seu cliente às cores verde e amarela? E como quem fez campanha política trabalhou com as cores de seu candidato em meio à vitória avassaladora nas urnas do atual presidente na região?
Agências de publicidade, rádios, assessorias de imprensa, toda a mídia tem vez para rever o ano passado e, com isso, jogar seus búzios para o ano que está por chegar. O que reserva 2007 para os publicitários, para os jornalistas? O Brasil recebe pela segunda vez os Jogos Panamericanos. A primeira ocasião foi em São Paulo, em 1963. Como o evento esportivo deve catalisar a atenção da mídia? Quem vai associar sua marca aos atletas nordestinos que têm chances de brilhar no Pan do Rio? Cada um que conte seus planos e passe o ano de 2006 em revista.
Quem pode comentar melhor a influência e as conseqüências da Copa do Mundo no mercado publicitário é Alexandre Oliveira, da OEM Comunicação. Ele esteve na Alemanha acompanhando os jogos do Brasil desde a primeira partida no Estádio Olímpico, em Berlim. Oliveira diz que ficou preocupado com o desempenho de nossa seleção, pois em campo não via futebol suficiente para que a Canarinho chegasse às finais, como era sonhado por todo o mercado que investiu na estratégia de vincular marcas e produtos à seleção. “Disse, então, para o pes-soal da agência, que deveríamos preparar uma estratégia para a perda. O 'plano b' precisaria ser aprimorado. E isso foi feito”, conta.
No que diz respeito à eleição, Oliveira diz que torceu para que o quadro político fosse logo definido para que “nossa vida voltasse ao normal”. Para ele, o ano de 2006 foi bastante positivo para a OEM. “Crescemos acima dos índices do setor, conquistamos novos anunciantes públicos e privados”, avalia. A agência am-pliou seu leque de serviços com a abertura de uma empresa de promoção - a Promoem - e também investiu em uma finish house. “Com ela poderemos dar mais agilidade e integrar mais o departamento de criação com o resultado final da peças de áudio e vídeo”, explica.
URNA ELETRÔNICA - Já a Leiaute, de Salvador, é quem melhor retrata a experiência eleitoral. A agência conta que ao longo de 2006, fez muito mais que anúncios e comerciais premiados. Não se limitou a pensar apenas no anúncio, mas pensar no cliente, o seu negócio, seus concorrentes, suas diferenças. Conhecer ao máximo, para planejar com ousadia, sem deixar de ser responsável, para criar com responsabilidade sem deixar de ser ousado. “É assim que a Leiaute vem temperando a sua história e a história da propaganda baiana: com muita pimenta”, diz Lise Botelho, da Leiaute.
O resultado é conseqüência dessa mistura entre ou-sadia e responsabilidade. Segundo Botelho, nos últimos três anos, a Leiaute foi a agência que mais cresceu na Bahia. Recen-temente, participou das campanhas políticas de Cristovam Buarque, para presidente do Brasil, e de Jaques Wagner, ao governo do estado. O candidato do PT foi eleito governador após uma virada espetacular, contrariando todas as pesquisas de intenção de votos que apontavam para a vitória do concor-rente, o atual governador Paulo Souto, do PFL. “Também conquistamos diversas contas no setor imobiliário, aumen-tando o nosso portfólio de clientes”, comemora Botelho.
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Júnior Ramos, diretor da Quadrante |
Ainda sobre o momento eleitoral, a Quadrante, de São Luís, analisa a influência da situação econômica nordestina - bastante discutida nesse período. A agência maranhense diz que, de uma forma geral, 2006 pode ser considerado positivo, apesar de cheio de altos e baixos. “Alta competitividade no mercado varejista e procura dos empresários por empresas especializadas fizeram a diferença” avalia Júnior Ramos, dire-tor da Quadrante. Segundo ele, nesse ano o mercado também foi impactado pela redução dos espaços disponíveis na televisão maranhense. Isto levou a agência a uma busca acirrada por mídias alternativas e estimulou, ainda mais, a criação para a mídia de outdoor.
Também foi um ano de campanhas mais agressivas, com teor predominantemente promocional, demonstrando que o mercado local está mais sensível ao preço. “Apesar do pouco crescimento do país, houve aumento no poder de consumo das pessoas com baixo poder aquisitivo, o que foi claramente percebido pelas empresas que trabalham no varejo, principalmente as que oferecem produtos mais populares”, analisa João Raposo, consultor da Quadrante.
Um fator que interferiu de forma negativa no balanço anual da maior parte das empresas foi o período eleitoral. “A atenção do público foi desviada para as campanhas políticas, e a falta de definição e incertezas levaram a uma redução do consumo”, avalia Raposo. Para ele, mesmo diante de altos e baixos, o mercado não deixou de avançar e criou campanhas que marcaram 2006. “Espera-se a retomada das vendas nesse fim do ano, potencializada pelas ofertas de Natal e pela definição do cenário político local”, completa.
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Teresa Maciel, sócia-diretora da Multi |
Uma das empresas de comunicação que também observou a necessidade de se adaptar às necessidades do mercado foi a Multi, do Recife, que conseguiu ampliar a variedade de serviços prestados para os seus clientes. Além de assessoria de imprensa, trabalhos como materiais insti-tucionais, reformulação e criação de sites estiveram na pauta da empresa. Teresa Maciel, sócia-diretora da Multi, avalia que a comunicação empresarial está conquistando espaço e ganhando importância junto ao planejamento estratégico das organizações. “Estamos deixando de ser apenas executores para participar da idealização desse planejamento”, afirma. “Consultoria de imagem, planejamento de eventos, criação de ações que repercutam entre os públicos de interesse, investidores e a mídia são serviços que estão sendo cada vez mais realizados por nós”, acrescenta.
Uma das ações foram as estratégias de comunicação, marketing e relações públicas nacionais adaptadas para dife-rentes regiões. “A Multi participou da formulação e execução dessa estratégia para o Rum Merino (fabricado pela Diageo), que foi lançado em 2005 e patrocinou as festas de São João de Caruaru e Campina Grande, em 2006”, conta Maciel. Para ela, o ano também foi muito bom para trabalhar o setor de agro-negócios, que cada vez investe mais em comunicação e marketing. “Leilões em Pernambuco, Paraíba, Bahia e até São Paulo têm gerado boa demanda do nosso trabalho, que envol-ve assessoria de imprensa regional e especializada nacional, informativos e até coordenação e conteúdo de um portal de notícias”, explica.
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Ligia Cervone, gerente de Marketing da Rede |
EXPANSÃO - Quem ampliou sua área - geográfica - de atuação foi a Oficina de Notícias, de Natal. Adriana Maia, diretora da empresa, em Recife, diz que a implantação de um escritório na cidade foi um case de sucesso, em 2006. "A idéia de expandir nosso negócio, instalando a nova etapa da Oficina, nasceu da aposta que temos no crescimento do mer-cado regional”, avalia. Para ela, as empresas de comunicação estão abrindo novas fronteiras e isso, com a mudança de cenário da concorrência, exigiu da Oficina um posiciona-mento diferente, com um portfólio de serviços muito mais amplo. “Não é possível oferecer apenas assessoria de im-prensa, esse serviço sozinho já não atende as necessidades dos nossos clientes”, explica. “Eles precisam se relacionar bem com todos os seus públicos. E, graças ao perfil profis-sional da nossa equipe, temos conseguido atendê-los nisso”, completa.
Rilder Medeiros, diretor-regional, comemora a ampliação das contas de sua agência - oito clientes a mais. “No início tínhamos apenas a Petrobras como cliente e depois tivemos um desafio pela frente de correr por novas contas e sobreviver ao primeiro ano. Conseguimos isso”.
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Angélica Molina, sócia da EscalaNovva |
Rilder Medeiros, diretor-regional, comemora a ampliação das contas de sua agência - oito clientes a mais. “No início tínhamos apenas a Petrobras como cliente e depois tivemos um desafio pela frente de correr por novas contas e sobreviver ao primeiro ano. Conseguimos isso”.
A diversificação dos negócios também marca o ano que passou para a Rádio Transamérica. É o que afirma a ge-rente de Marketing da Rede, Ligia Cervone. “Podemos dizer que 2006 foi um ano excelente para a Rede Transamérica de Comunicação, tanto na área artística quanto no setor comercial”. O destaque inicial foi a Copa do Mundo. A Transamérica integrou seus três segmentos de programação, realizando a transmissão simultânea da competição esportiva de futebol mais importante do planeta, comprovando a eficá-cia do meio, como mídia de elevado alcance e facilidade para programação, com grande retorno para os patrocinadores. “Estimamos que mais de 9,35 milhões de pessoas foram impactadas pela cobertura esportiva da rede Transamérica em 1.865 cidades”, informa a gerente de marketing.
Outra novidade, estrategicamente bem explorada pela Transamérica, foi a expansão da rede, que atravessou o oceano e chegou até o Oriente. Em 2005, a rádio inaugurou sua primeira emissora franqueada internacional, na cidade de Nagoya (76,5 FM). E com a excelente receptividade local, a Transamérica montou uma poderosa rede via satélite na Terra do Sol Nascente, que cobre todo o território japonês com outras 10 emissoras. “Essa parceria internacional também em breve trará ao mercado brasileiro novidades no setor de internet, com a inauguração de um portal inédito, com a marca Transamérica, voltado para a tecnologia de celulares”, anuncia Cervone.
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Elmo do Val, diretor de Criação da MV2 |
A gerente de Marketing também comemora as novas ações no setor on-line. A Transamérica inaugurou mais um produto via internet: o site www.transhopping.com.br, um guia completo de compras. Antes de comprar, o público pode comparar os preços de quase 10 milhões de produtos, que vão de rações para cães a imóveis, em cerca de 25 mil lojas. “Estamos explorando mais a sólida relação com o público ligado à internet, e avançando na área de serviços”, avalia Cervone.
Recém-nascida, a agência EscalaNovva já tem história para contar. Com a fusão da recifense Novva com a Escala de Porto Alegre, coube à EscalaNovva desempenhar funções re-gionais como toda a produção de inauguração da loja Renner, no Shopping Iguatemi, em Salvador. A agência pernambucana, que antes assinou a abertura das unidades do Recife (rua da Imperatriz e shoppings Guararapes e Recife), passou a ope-rar no mercado com verba administrativa de R$ 15 milhões. "O ano de 2006 foi para nós o início de novos desafios, novas amizades e novos parceiros. Resultado de um trabalho realizado com profissionalismo para as Lojas Renner”, diz Angélica Molina, sócia da EscalaNovva.
Além de ações conjuntas para as contas da Escala, de Porto Alegre: Grendene, Renner e John Deere, a agência pernambucana mantém em sua carta de clientes: Chesf, FGV, MCI, Sococo, entre outros. Para a Grendene, inclusive, Angélica Molina e André Wanderley dupla responsável pela EscalaNovva - desenvolvem localmente as ações de divulgação da nova campanha, estrelada pela atriz Marjorie Estiano, a Marina da novela Páginas da Vida, desenvolvida pela Escala de Porto Alegre. No trabalho intitulado Ilhabela, a estrela da série Malhação e dos palcos é retratada como personagem em carne e osso e também de animação para vender a idéia dos novos produtos da marca.
CARREIRA - A MV2 também ressalta a aquisição de novos clientes, novos parceiros, novos funcionários, “novos e bons resultados”. É o que assegura o diretor de Criação da agência, Elmo do Val. “Não tenho do que reclamar, seria injusto. Um ano de eleição que, apesar de tantas revelações vergonhosas para todos nós brasileiros, não se criou aquele 'pânico' de uma pré-eleição”, avalia do Val. Dessa forma, ganharam a indústria, o comércio, a economia como um todo e, conseqüente-mente, o mercado publicitário, que cresceu cerca de 18% até setembro desse ano em relação ao 2005, segundo dados do Ibope Monitor.
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Lise Botelho, Relações Públicas da Leiaute (BA) |
Do Val, no entanto, vê ainda entraves no reconhe-cimento do profissional da propaganda. “Focando em nossa área, nosso maior fantasma foi e continuará sendo em 2007 a valorização da atividade”, afirma. Para ele, quesitos como ética e cumprimento de normas-padrão fazem parte desse processo de resgate do serviço da Comunicação Empresarial. “O fraco, ou quase nenhum, desempenho do CENP (Con-selho Executivo das Normas-Padrão) no monitoramento das normas-padrão, nas certificações - sem nenhum controle e avaliação, no acompanhamento da seriedade dos veículos pelas normas”, reclama.
2006 + 1 - Uma reedição do ano passado. É o que espera a maioria das agências que alcançaram sucesso em 2006. Novos clientes, ampliação e diversificação dos negócios, e ações que sejam novidade no mercado. É forte a expectativa de cres-cimento da propaganda no Nordeste pelos publicitários da região, que, no entanto, estão atentos ao novo panorama político e econômico com os novos governos estaduais e a reeleição do atual presidente.
“Tenho convicção de que 2007 vai ser um ano melhor para o Brasil e para o Nordeste.” É o que afirma Alexandre Oliveira, da OEM Comunicação. “Espero que a nossa região possa acompanhar o crescimento nacional, com mais investi-mentos em projetos estruturadores”, almeja. Para ele, nosso mercado tem tudo para crescer, se desenvolver e agregar mais investimentos gerando novos empregos e renda para o setor.
A Leiaute, de Salvador, quer repetir o êxito de 2006 em premiações. Ano passado a agência conquistou o Colu-nistas Brasília para o Shopping CasaPark e o Prêmio Central de Outdoor, na categoria Ação Social, para a Coordenação Nacional de Entidades Negras (Conen), que convocou a po-pulação de Salvador a participar da 26ª Marcha Zumbi Contra o Racismo. Lise Botelho, da agência baiana, faz planos de diversificação das ações: “A expectativa para 2007 é crescer e se destacar no cenário publicitário não apenas como uma agência de anúncios criativos, mas principalmente como uma agência de estratégias criativas”.
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Adriana Maia, diretora da Oficina de Notícias de Recife |
Esperança com o ano novo é a palavra de ordem da Quadrante, de São Luís. Para a equipe maranhense, um dos principais desafios será driblar algumas dificuldades que surgi-rão no começo do ano. Com a alternância do governo do es-tado, que há 40 anos estava nas mãos de um mesmo grupo político, o primeiro semestre servirá para reestruturação da máquina pública e, conseqüentemente, para a reavaliação do mercado pelos empresários. “Os meios de comunicação pre-cisarão se readaptar a este novo cenário, desenvolver um no-vo modelo de relacionamento com os meios público e priva-do, que inicialmente será testado e acarretará em alguns de-sentendimentos”, avalia Júnior Ramos, diretor da Quadrante.
Os maranhenses acreditam que somente após este momento de organização, o mercado voltará a crescer de forma mais expressiva, potencializado pelo aumento da renda da população mais pobre, maioria no Maranhão, e pela facili-dade de crédito, principalmente com a tendência de queda da taxa de juros (Selic). “Acredita-se que a busca por mídias alternativas deva continuar e crescer. Por isso, pode ocorrer uma saturação das placas de outdoor e a necessidade de cria-ções mais ousadas em mídias menos exploradas, como backbus, PDV, ações promocionais, etc.”, prevê João Raposo, consultor da Quadrante.
Diversidade também é palavra de ordem na pauta da Multi Comunicação. “Estamos ampliando a nossa estrutura e pretendemos atingir a meta de pelo menos um cliente em cada segmento”, diz Teresa Maciel, sócia-gerente da assesso-ria de imprensa pernambucana, que tem em seu portfólio as contas da Faculdade Maurício de Nassau, da construtora Gabriel Bacelar, da Cabo Mais, Gráfica Santa Marta, do Setrans-PE e do Hospital de Ortopedia.
O desenvolvimento do mercado de publicidade nordestino é a aposta para 2007 da Oficina de Notícias, que se expandiu para o Recife. Para Rilder Medeiros, diretor da agência potiguar, Pernambuco é um dos principais pólos eco-nômicos do Brasil e isso se reflete também no setor da comu-nicação corporativa. Segundo ele, poder atender empresas do Rio Grande do Norte que se lançam na disputa regional, como também companhias de fora que buscam o mercado pernambucano, abre para a Oficina a perspectiva de ter em 2007 o ano de maior crescimento da agência em equipe e em clientes. “Nosso desafio é trazer para Recife todo o know-how em comunicação que construímos nos últimos dez anos, atendendo algumas das maiores empresas do Brasil", diz Medeiros.
A Rádio Transamérica já tem eventos em fase de planejamento que serão lançados este mês. Um deles é o Verão Pop Transamérica. Um enorme Estúdio Móvel vai percorrer as principais praias do litoral paulista com uma grande equipe de promoção, várias atrações e farta distribuição de brindes. “O Estúdio Móvel Transamérica será totalmente personalizado, proporcionando um verdadeiro show de áudio, som e luz para os visitantes que poderão participar de várias atividades de entretenimento ao longo de sua programação”, conta a gerente de marketing Ligia Cervone.
Uma premiação é a novidade prometida pela dupla que gerencia a agência pernambucana EscalaNovva para agitar o mercado em 2007. Uma das ações que a matriz de Porto Alegre vai adotar em sua unidade recifense é a realiza-ção do festival interno 'Check Up', que premia seus profis-sionais anualmente. Na ocasião, os trabalhos são analisados por experts do segmento, convidados pela agência. Um júri analisa criatividade, originalidade e propriedade de peças produzidas internamente pelo seu staff, seguindo critérios adotados pelos festivais mundiais de propaganda, que costu-mam destacar Criação, Mídia Externa e criam categorias como Rádio, TV, Promoção, Revista, Jornal, Outdoor, Redator do Ano, Arte-Finalista e Produção Gráfica. “Sem dúvida uma boa iniciativa”, comemora Angélica Molina. “Os premiados ganham troféus, viagens relacionadas com seu crescimento profissional, sem falar em auto-estima”, acrescenta.
E apesar das boas previsões das agências de publicidade, Elmo do Val, da MV2, relembra da necessidade de se valorizar a carreira. “Acho que 2007 vai ser um ano de prova para o Cenp. Algo tipo: Ame-o ou deixe-o!”, atesta do Val. Enquanto isso, as entidades e associações locais (leia-se Sinapro-PE e Abap-PE) estão mais fortalecidas, tendo a seu lado e unidas as principais agências de comunicação do esta-do, realmente preocupadas em fazer um mercado mais ma-duro e respeitado para todos. “Que venha 2007 e que seja um ano muito bom para todos que trabalham sério e respeitam a propaganda”, finaliza o diretor de criação.
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