Dois lances de escada em espiral, primeira porta à direita. Dentro da sala, além de bonecos em barro que logo trazem à mente as figuras do lendário Mestre Vitalino, de Caruaru, algumas imagens dele: Francisco de Assis. O santo, que fique claro. Junto a elas, os mais atentos podem notar a presença de um recipiente repleto de sal grosso cuja existência é logo justificada: “É para ajudar a espantar o mau-olhado, porque aqui só tem alto-astral”, afirma Francisco de Assis, o empresário do setor gráfico.