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THE CORPORATION, de Mark Achbar e Jennifer Abbott. Roteiro de Joel Bakan. Canadá. 2003. 145 min.
Há 150 anos, as corporações eram apenas instituições insignificantes. Atualmente, no entanto, são mais que uma presença em nossa vida. Baseado no best-seller “The Corporation: the pathological pursuit of profit and power”, de Joel Bakan, o documentário mostra a repercussão das corporações na sociedade e no dia-a-dia das pessoas. Faz isso por meio de entrevistas com personalidades do mundo dos negócios, como Noam Chomsky, e mesmo com o também documentarista Michael Moore, denunciando irregularidades e apresentando vitórias contra essa instituição que se diz invencível. No filme, a presença de CEOs, lobistas, gurus, espiões, jogadores, corretores de títulos e estudiosos, que revelam o trabalho, curiosidades, impactos controversos e futuros possíveis de quatro grandes corporações.
NOSSAS CÂMERAS SÃO SEUS OLHOS, de Fernando Barbosa Lima. Ediouro. Rio de Janeiro. 2007. 200 págs.
O jornal Vanguarda, mais famosa criação de Fernando Barbosa Lima, costumava iniciar suas transmissões com a frase: Nossas câmeras são seus olhos. Aproveitando da idéia de expor os acontecimentos para o publico, o autor conta a história da televisão brasileira ao longo das 200 páginas de seu livro homônimo. Ele divide essa trajetória em dois momentos: antes e depois do Golpe de 64. Para isso, utiliza a história de personalidades que, assim como ele, fizeram a televisão brasileira, como o impagável Sérgio Porto; Ibrahim Sued, estreando o colunismo social na TV; o irreverente Glauber Rocha; e tantos outros. Como não se pode falar de TV sem o recurso da imagem, o livro traz DVD, produzido e dirigido por Carlos Alberto Vizeu, que reúne vasto material de arquivo dos programas de Fernando Barbosa Lima. A união de texto com imagem torna Nossas câmeras são seus olhos uma obra imperdível.
OS JORNAIS PODEM DESAPARECER?, de Philip Meyer. Editora Contexto. São Paulo. 2007. 272 págs.
O mundo se encontra na era da informação, mas os jornais como conhecemos podem estar com os dias contados. O que os jornalistas e empresá-rios devem saber para continuar no mercado? Este é o assunto deste inquietante livro de Philip Meyer, que tra-balhou por muitos anos no mercado jornalístico e atualmente é pesquisador e professor da University of North Carolina. Analisando o impacto das novas mídias, que são mais baratas e de fácil acesso na sociedade, Os jornais podem desaparecer? mostra um panorama dos veículos de modelo sustentado por anunciantes. Revela ainda como a publicidade está se comportando diante da situação. E sem desejar ser o porta-voz do fim dos jornais impressos, Philip Meyer também ressalta no livro que "o jornalismo de qualidade é um bom negócio".
CRIATIVIDADE - Espremendo a Laranja, de Pat Falon e Fred Senn. Editora MBooks. São Paulo. 2007. 216 págs.
Voltada para os profissionais de marketing, que normalmente subestimam o seu poder de criar, a obra mostra para onde direcionar as idéias e como gerar soluções economicamente viáveis, mos-trando como a criatividade pode ser uma poderosa arma para os negócios. Fallon e Senn também oferecem eficiente ferramenta para identificar o problema-chave que cada empresa precisa resolver e apontam como procurar novas idéias que levem a uma solução. No livro, eles provam a relação entre criatividade e lucro por meio de casos que deram certo depois que os princípios expostos foram aplicados. |