Para uns, uma arma. Para outros, uma arte. Para alguns, apenas uma forma de ‘aparecer’. E para o dicionário, uma técnica que exerce ação psicológica para impelir o consumo. O que realmente importa é que a publicidade é cada vez mais aproveitada e mastigada pelo mundo. Idéias difundidas e muito bem absorvidas pelos cincos sentidos do chamado ‘consumidor final’ é o segredo, mais revelado, da publicidade.
O fluxo de informações e o bombardeio dos anunciantes assustam. Já a delicadeza dos layouts e o surgimento crescente de cases de sucesso e mídias cada vez mais criativas encantam todos os níveis da cadeia, que vai do cliente, passa pela criação, e chega ao público-alvo.
Cartazes e anúncios ferozes, outdoors e VTs que nos engolem, spots e jingles que nos transformam. Vendendo, informando ou apenas ‘aparecendo’ (e, por que não, enfeitando), toda a forma de publicidade assusta encantando, ou encanta assustando.
E nessa tempestade de armas, artes, formas de ‘aparecer’ e técnicas que exercem ações psicológicas, só nos resta dar o braço a torcer, porque a publicidade é a melhor fórmula para fazer acontecer.
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