EDIÇÃO Nº 171 - ANO XV | JULHO / 2014


Pauta Pronews - As marcas saíram do armário?

23/07/2015

Olha a pauta que estamos fazendo para próxima edição, quem quer participar Publicitários, marqueteiros, empresários, quem se habilita?
Envie sinalização de participação com o assunto ‪#‎LGBT‬ para o redacao@revistapronews.com.br / julianomhora@gmail.com


AS MARCAS SAÍRAM DO ARMÁRIO?

Junho de 2015 ficou marcado como um período histórico na história da visibilidade das diversas relações humanas. A recente campanha do dia dos namorados do Boticário no Brasil, que incluiu dois casais homoafetivos num comercial de TV, aliada à legalização do casamento homoafetivo pela suprema corte norte-americana, serviram como um impulso para que outras marcas globais e nacionais chutassem a última porta do armário que havia entre elas e os consumidores da população LGBT.

O posicionamento de nomes importantes como Facebook, Motorola, Google, Coca-Cola, Apple, Microsoft, Citroen, Netflix, General Eletric, entre outros, além de publicações e órgãos públicos, provocou uma reação viral na internet. Avatares e postagens que celebraram a conquista de direitos civis levaram a discussão para fora da rede, às claras.

É sabido que o namoro entre as marcas e a população LGBT sempre existiu, mas de forma escondida. O poder de consumo dessa parcela da população era reconhecido e festejado por diversos segmentos, mas as próprias empresas tinham de encarar o seu próprio armário, temendo a reação do público mais tradicional, caso resolvessem assumir gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros como consumidores bem-vindos aos seus produtos e serviços.

Hoje, a capa de invisibilidade foi retirada e agora as empresas precisaram rever seus conceitos e a forma de se relacionar com os seus clientes.

A Revista Pronews leva o arco-íris para sua capa e quer saber como as empresas e os profissionais de marketing e publicidade se preparam para esta nova era da comunicação!

Convidamos a todos que desejarem dar o seu depoimento e apresentarem suas campanhas e estratégias que ampliam o poder de suas marcas, dialogando com o público LGBT!

1. Como explicar essa postura?

2. Há alguma forma de diferenciá-la daquelas que realmente passarão a incluir seus consumidores gays em ações futuras daquelas que apenas entraram no oba-oba?

3. As empresas podem dar a sua contribuição na construção de uma transformação social, ou elas apenas seguem essas transformações?

4."O importante é o consumidor". Sabendo que há diversos tipos sociais nessa massa, até onde isso é verdade?

5. Repercussão e relação com os demais consumidores ao receber o público LGBT: o que muda, agora que estamos numa era de comunicação digital instantânea e incisiva?

6. Depois dessa euforia, o mercado está realmente aberto aos consumidores gays em termos de representatividade?

7. Quais as vantagens de manter um diálogo aberto com o consumidor LGBT?

8. O que as empresas devem fazer para melhorar a sua comunicação com este público?


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